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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

(D&D 4) Diário de Campanha – Crônicas de Forgotten Realms – 4ª Aventura – Areias de Calim – 1ª e 2ª Sessões



INTRODUÇÃO


1ª AVENTURA: EM BUSCA DO GAROTO PERDIDO

1ª sessão2ª sessão


2ª AVENTURA: O ENCLAVE DA TRAGÉDIA

1ª sessão2ª e 3ª sessões


3ª AVENTURA: MISTÉRIO EM GONDRIAN

1ª sessão2ª sessão3ª e 4ª sessões


DATA ATUAL DA CAMPANHA

Dia 05 do mês de Marpenoth do ano de 1479 CV


A MISSÃO


Com ajuda de um valente grupo de aventureiros o elfo negro Klaus Gargamel conseguiu vingar a morte de seu irmão que fora assassinado pelos Ladrões das Sombras. Agora um antigo conhecido decide cobrar uma antiga dívida enviando o drow e os heróis até o Desertor de Calim, localizado no reino vizinho de Calimshan para resgatar um grupo de escravos das garras sanguinárias dos gnolls locais.


O GRUPO


1ª e 2ª Sessões


Trama (Parte 1): Dias após terem livrado a cidade de Gondrian da ameaça invisível dos Ladrões das Sombras, os aventureiros se encontram descansando na taverna do Viajante Solitário quando são abordados por duas belas mulheres em trajes exóticos, característicos de Calimshan, elas estavam atrás do drow Klaus Gargamel, dizendo que um antigo conhecido desejava vê-lo. O drow nem um pouco satisfeito com o convite decidiu por seguí-las, e juntamente o restante do grupo.


Trama (Parte 2): Após seguí-las por becos escuros e suspeitos o grupo é levado até uma cabana de formato curioso escondida entre os prédios altos da ala da favela de Gondrian, nesse local um cheiro químico forte era bastante característico. Lá dentro os aventureiros conhecem um velho homem chamado Tal Lorvas, aparentemente ele e o drow Klaus já se conheciam, uma vez que o elfo negro parecia querer resolver o que tinha que tratar e sair logo dali. O velho explica o que se passa: aparentemente ele ajudou o drow no passado a infiltrar-se nos Ladrões das Sombras e agora quer que o drow faça um serviço para ele em troca.


Trama (Parte 3): O serviço exigido por Tal Lorvas na ocasião seria viajar até o reino vizinho, Calimshan, mais precisamente até o Deserto de Calim. Ele explica que uma caravana de um amigo seu foi brutalmente saqueada por um grupo de gnolls enquanto cruzavam o deserto e sua principal mercadoria: escravos, foi totalmente tomada pelos gnolls. O que Tal Lorvas deseja é simples: que o aventureiros viajem até o Deserto de Calim, achem os gnolls e tragam os escravos de volta para os comerciantes.


Desafio de Perícias: Para facilitar a viagem dos heróis, Tal Lorvas os levam até o porão de sua casa e lá inicia um intricado ritual de teletransporte, que os leva diretamente até o Deserto de Calim. Ao chegarem, percebem que se encontram no ponto exato onde a caravana foi saqueada, uma que lá ainda se encontram algumas carroças destruídas e alguns corpos espalhados pelo chão, parcialmente cobertos pela areia. Quando chegaram a noite dominava no deserto e após alguns momentos, uma poderosa tempestade de areia os pegam em cheio.


Combate 1: Após despertarem já de dia, exaustos e bastante prejudicados pela tempestade da noite anterior, os heróis tem sorte de ainda permanecerem vivos, eles prosseguem até uma cadeia de picos rochosos a frente, único local visível na qual os gnolls provavelmente possam estar escondidos. Horas mais tarde, enquanto seguiam por uma caminho entre os picos rochosos, os heróis encontram uma construção à frente, uma pequena pirâmide localizada entre esses picos. Porém mal enxergam a pirâmide e eles percebem o chão se tremer, nesse momento, um bando de Kukriths emerge da areia para atacá-los, porém algo maior os preocupam ainda mais, um enorme Bullete emerge explodindo a terra ao seu redor para abocanhá-los. Durante a sangrenta luta, quando achavam que a situação não poderia ficar pior, uma Harpia sai de seu esconderijo nos picos e tenta distrair os heróis para que seu bullete de estimação possa garantir sua refeição.




Combate 2: Após vencerem arduamente a harpia e o bullete, o grupo fica livre para adentrar a pirâmide à frente. Na primeira câmara, uma sala bastante inclinada, o grupo se depara com 3 gnolls de sentinela. Porém para alcançá-los, era necessário saltar sobre um fenda no chão, com riscos de ficarem seriamente feridos caso caiam. No início do combate um dos gnolls acionou uma armadilha de cascata de areia, na qual inundou toda a sala com areia que escorria em direção à fenda dificultando os heróis de alcançá-los enquanto os gnolls disparavam flechas em sua direção. O ladino foi o único que conseguiu ultrapassar a armadilha e peitar os 3 gnolls de uma vez, mas apesar dos gnolls serem combatentes bastantes experientes e quase terem conseguido matar o ladino, este lutou bravamente e conseguiu derrubá-los. Enquanto isso os outros heróis tentavam vencer a armadilha porém falhavam muitas vezes e eram jogados na fenda para serem soterrados vivos. Nesta batalha o drow feiticeiro Ryltar pereceu devido a uma flechada certeira de um dos gnolls.




Combate 3: Com um companheiro morto os heróis decidiram prosseguir pela pirâmide e logo na próxima sala encontraram mais gnolls, a sala estava dividida em duas devido a alguns sarcófagos que foram posicionados próximos à entrada, o que facilitava os ataques de um gnoll artilheiro do outro lado da sala. Porém esse gnoll estava fortemente bem protegido por alguns gnolls mais poderosos além de algumas hienas que só foram notadas quando alguém saltou os sarcófagos. Mas apesar disso tudo, o combate foi vencido facilmente.


Combate 4: Seguindo pela única porta existente na sala os heróis avançam para o seu desafio final. Nesta última sala, que fedia tanto quanto um esgoto, na verdade, um fosso no centro da sala indicava que aquilo realmente era o esgoto. Finalmente os heróis encontraram os escravos que vieram resgatar aprisionados. Seus captores também de encontravam na sala, alguns gnolls armados com arcos, além disso, um gnoll de pelos negros utilizando uma máscara de ossos e empunhando um mangual triplo se encontrava com eles, pelo o que pareciam eles já estavam prontos para devorar uma outra pobre alma. Quando o combate se iniciou, os heróis estavam se saindo muito bem, porém o jogo virou quando das profundezas do fosso um grell surgiu. Essa criatura aberrante conseguiu imobilizar o guerreiro completamente e começou a devorá-lo vivo sem este poder reagir, o gnoll negro lutava bravamente desferindo golpes pesados enquanto os arqueiros apenas atrapalhavam. A preocupação maior ali foi o grell que havia vencido o único defensor do grupo, e o restante, com poucos PVs foram caindo aos poucos pelas flechadas dos gnolls. TPK!!! Total Party Kill, Morte Total do Grupo. O grupo de aventureiros de Terthyr encontrou seu fim nas areias escaldantes do Deserto de Calim virando comida de grell.



MINHAS OBSERVAÇÕES

  • Esta aventura na verdade trata-se da aventura de 4º nível presente no livro Dungeon Delve. Minha pretensão era utilizar todos aquelas mini aventuras, achei-as bastante interessantes, e nessa partida pude utilizar esse livro novamente.
  • O velho Tal Lorvas, contratante dos aventureiros nessa missão iria aparecer mais no futuro com uma história mais desenvolvida. Inicialmente ele era um necromante que fazia parte de uma cabala chamada a Runa Retorcida, que realmente existe oficialmente em Forgotten Realms, além disso, Tal Lorvas é um dos vilões de uma das mini-aventuras do livro Dungeon Delve, que iria utilizá-lo novamente no futuro.
  • Fiquei bastante entusiasmado para narrar o primeiro combate da sessão, ele foi planejado por mim, sempre quis testar o bullete e a harpia dessa nova edição do D&D. Eles em particular ficaram bem interessantes. O bullete virou um monstro de elite, e ele pode criar áreas de terreno acidentado sempre que ele adentrava ou saía da terra, modificante assim todo o terreno a cada turno. A harpia, como todo bom monstro controlador veio só para atrapalhar, uma vez que ela emitia uma canção que deixava todos os heróis pasmos. O combate só não foi mais destruidor por que eu tirei três “1s” seguidos com o bullete, mas mesmo assim ele foi bem bacana.
  • O primeiro combate dentro da pirâmide dos gnolls me impressionou bastante. Quando eu o li no Dungeon Delve eu o achei bem besta e facilmente superável, porém vi o quanto eu estava enganado. Esse combate foi destruidor para o grupo, a armadilha de cascata de areia atrapalhou todo o grupo, durante quase 7 rodadas, o que é MUITA coisa. Muitas vezes os heróis caíam na fenda e ficavam soterrados pela areia. Eu coloquei os gnolls armados com arcos para deixar o combate ainda mais interessante (pois no original eles apenas atacavam corpo a corpo). Porém um dos personagens morreu. Tratava-se do drow feiticeiro Ryltar, controlado pelo nosso amigo Ramon.
  • O último combate foi literalmente destruidor para o grupo, foi este o nosso último combate da campanha Crônicas de Forgotten Realms. Como disse anteriormente, este grupo estava bastante suicida e uma mortes aconteceriam cedo ou tarde, tudo começou com o drow feiticeiro Rytar e depois com todo o grupo. Sem nenhum líder presente para dar suporte e com o único defensor totalmente posto fora de combate o grupo todo pereceu. Na verdade apenas o feral druida Storm Sussurro da Tempestade sobreviveu por que conseguiu fugir, mas encontrou a morte nas areias escaldantes do Deserto de Calim, que é uma região perigosa até mesmo para um servo da natureza. O combate também foi assustador, os personagens resolveram se focar mais no Grell e esqueceu completamente dos arqueiros, que conseguiam tirar muito de seus PVs caso eles acertassem os heróis.
  • Apesar deste ser o fim da nossa campanha Crônicas de Forgotten Realms, não foi o fim de nossas aventuras de Dungeons & Dragons 4ª Edição. Recentemente iniciamos uma nova campanha: a Scales of War, que já teve sua primeira sessão e em breve será descrita aqui nesse blog. Então até lá pessoal.

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

(D&D 4) Diário de Campanha – Crônicas de Forgotten Realms - 3a Aventura - Mistério em Gondrian - 3a e 4a Sessões


INTRODUÇÃO


1ª AVENTURA: EM BUSCA DO GAROTO PERDIDO

1ª sessão2ª sessão


2ª AVENTURA: O ENCLAVE DA TRAGÉDIA

1ª sessão2ª e 3ª sessões


3ª AVENTURA: MISTÉRIO EM GONDRIAN

1ª sessão2ª sessão


DATA ATUAL DA CAMPANHA

Dia 02 do mês de Marpenoth do ano de 1479 CV, Festival da Colheita


A MISSÃO


Após o conflito ocorrido no Enclave Draconato, os heróis são convencidos pelo draconato bardo Balanar a viajarem até a cidade de Gondrian para aproveitarem um feriado mundial conhecido como o Festival da Colheita. Porém a cidade sofre com um problema de desaparecimentos locais que logo põe os aventureiros no caminho de desvendá-los.


O GRUPO



A 3ª e 4ª SESSÕES


Histórico do Novo Personagem: O elfo negro (também chamado de drow) Klaus Gargamel Yondarin Gabiane Kashmiro Renoir III (por motivos de espaço, a partir de agora o chamaremos apenas de Klaus) era um drow ousado porém não muito esperto, cometia uns pequeno crimes aqui e ali. Após ver seu irmão mais velho ser morto por uma armação em uma arena secreta de lutas até a morte, Klaus desejou vingança contra os autores do ato: os Ladrões das Sombras. Com ajuda de um misterioso homem chamado Tal Lorvas, o drow Klaus conseguiu se infiltrar na organização dos ladrões das sombras apenas esperando o momento certo para sua vingança.


Encontro 1: Após o confronto contra os últimos goblins residentes naquela torre antiga, os heróis lamentaram a perda de seu líder, o draconato bardo Balanar Escamas de Platina. E quando finalmente estavam descedo para retornar à Gondrian os heróis percebem que novamente não estavam mais sozinhos. Um grupo composto por alguns bandidos, entre eles dois magos e dois forjados bélicos, sendo comandados por uma bela meio-elfa haviam invadido a torre, entre eles estava o drow Klaus infiltrado. Pelo o que puderam ouvir, os bandidos chegaram na torre para buscar as criaturas selvagens capturados pelos goblins, mas encontraram toda a torre massacrada. Ao perceberem a presença dos heróis os bandidos atacam em uma violenta batalha. Nesse instante, o drow Klaus se volta contra seus “aliados” revelando-se um traidor.


Trama (Parte 1): Após vencido o combate com poucas preocupações, o grupo acua o drow e exige explicações, quem ele era, o que estava fazendo ali e por que ele atacou seus “aliados”. O drow Klaus explica sua história além de explicar toda a história por trás dos desaparecimentos em Gondrian. Pelo o que o drow informou, uma organização denominada os Ladrões das Sombras, bastantes atuantes no reino de Amn, organizava ilegais combates até a morte em algum ponto afastado de Gondrian e as pessoas desaparecidas em questão eram as vítimas que lá se inscreviam na esperança de ficarem ricos rapidamente. O drow também revela uma importante informação para os heróis, o organizador líder dos combates era o gnomo Merrick Andarilho da Névoa. O mesmo gnomo que barrou a entrada dos heróis no Festival da Colheita.


Trama (Parte 2): Agora aliados ao drow Klaus, grupo decide então acabar com a situação de uma vez por todas, além de se vingarem do gnomo Merrick. O drow ladino Klaus fornece a localização e o horário do próximo combate organizado pelos Ladrões das Sombras, seria em um bosque há poucos quilômetros de Gonrian, na verdade um antigo jardim de um castelo que hoje jáz em ruínas. Sabendo desta informação os heróis aguardam o anoitecer e partem para a tal ruína. Lá chegando, encontram diversas pessoas, a maioria más intencionadas apenas esperando para ver algum pobre coitado morrer devido aos combates. Lá os heróis encontram o vilão Merrick Andarilho da Névoa conversando com uma das gladiadoras, ele não se encontrava só, o acompanhando estavam dois minotauros enormes, provavelmente seguranças. Não podendo agir devido ao grande número de pessoas, os heróis presenciam dois combates antes que oficiais da lei de Gondrian disfarçados entre a multidão se revelarem e anunciarem a prisão de todos. Em meio ao tumulto e a correria, os heróis tentam seguir Merrick que junto com seus dois guardas-costas minotauros fogem para dentro das ruínas do antigo castelo que enfeitava o cenário naquele bosque tomado pelo tempo.


Encontro 2: Seguindo o gnomo e os minotauros, os heróis os perdem de vista devido aos corredores labirínticos daquele castelo, porém encontram um buraco no chão com uma corda, lá embaixo ouvem a voz do gnomo Merrick alertando-os para desistirem se não encontrariam a morte. Ignorando os alertas os heróis descem a corda um por um até de encontrarem em uma câmara fedorenta que parecia ser o antigo calabouço daquele castelo. Ao ligarem um bastão solar, os heróis avistam Merrick ativando uma alavanca que abre as grades das celas e ao mesmo tempo ativando uma grade para separá-lo do grupo, isso antes de fugir. Antes mesmo que possam fazer algo a respeito, três enormes corpos apodrecidos de zumbis brutamontes saem das celas com o objetivo de confrontar os heróis.



Encontro 3: Após um duelo cheio de surpresas contra os zumbis brutamontes, os heróis conseguem puxar a alavanca liberando assim a grade que os mantinham presos no calabouço. Ao prosseguirem, os heróis chegam até em uma caverna subterrânea muito abaixo da superfície onde se encontrava o castelo. Nessa caverna havia um lindo bosque com uma vegetação bastante rara cuja muitas de suas plantas eram desconhecidas até mesmo pelo feral druida Storm. Nesse bosque, os aventureiros travam a batalha final contra o gnomo Merrick e seus dois minotauros. Foi uma batalha duradoura onde o próprio terreno era encantado. Porém no final, mesmo com o goliath guerreiro Aukan à beira da morte, o grupo conseguiu eliminar Merrick, líder dos Ladrões das Sombras atuantes em Gondrian, assim, o drow Klaus conseguiu sua vingança e os heróis conseguiram eliminar a ameaça dos Ladrões das Sombras que tentava penetrar em Gondrian.


MINHAS OBSERVAÇÕES


  • No Encontro 1eu finalmente utilizei algo que eu sempre quis utilizar em D&D 4E, os forjados bélicos como inimigos. No caso eles surpreenderam os jogadores (que não são tão acostumados com Eberron) por serem algo tão estranhos e fascinantes. Quanto ao combate os humanos bandidos que eu coloquei não foram muito eficientes contra o goliath guerreiro Aukan, como os heróis primeiro focaram sua atenção na meio-elfa (que eu tirei do Monster Manual 2) ela caiu rapidamente, mas ainda assim conseguiu realizar algumas de suas proezas. Os magos foram um pouco preocupantes para os jogadores uma vez que eles podiam atingir diversos alvos, os forjados bélicos foram bem o que eu esperava e conseguiram me satizfazer, um deles até tentou correr atrás do feral druida (geralmente o que ficava mais atrás), fazendo com que este corra desesperados para não ser morto.
  • A união do grupo com o novo personagem se deu tranqüila. Originalmente eu planejava fazer com que os jogadores descobrissem toda a trama por trás dos desaparecimentos em Gondrian após serem procurados por alguns homens-ratos (explicando assim a presença de alguns deles no começo da aventura), porém não foi necessário, a entrada do drow mudou meus planos o que ficou até melhor, uma vez que a história dele se encaixou perfeitamente com a aventura.
  • Mesmo assim, a entrada do drow ladino Klaus mudou toda a estrutura do grupo, agora eles eram 3 agressores, 1 defensor (meia-boca de acordo com o restante do grupo) e 1 controlador. Ou seja, nenhum líder pra curar, era um grupo que batia muito mas que morria fácil.
  • Com a morte do draconato bardo Balanar, o plano do goliath guerreiro Aukan de fazê-lo saber da carta que ele recebeu em segredo fosse para o espaço, assim, uma outra trilha do curso da história não pode ser seguida, que seria fazer com que o goliath participasse das batalhas na arena dos Ladrões das Sombras.
  • Fiquei feliz ao saber que os jogadores se lembravam do gnomo que os impediu de entrar no Festival da Colheita, e fiquei mais feliz ao saber que os próprios jogadores tinham raiva do gnomo, o que fez com que tentar matá-lo fosse mais divertido.
  • O Encontro 2, foi bastante interessante, primeiro porque ocorreu da sessão 3 para a 4 dessa aventura e assim os jogadores ficaram bastantes curiosos ao saber se aqueles zumbis brutamontes eram fortes ou não. Sim, eles eram fortes, causavam muito dano e isso assustou o grupo, porém a surpresa maior deles foi descobrir que eles zumbis se levantavam novamente após serem mortos.
  • Eu mudei um pouco o Encontro 3, originalmente ele era para ocorrer em umas das torres do castelo, porém mudá-lo para aquele bosque o tornou mais prático e eu pude utilizar ao máximo as habilidades do gnomo Merrick. O que ocorreu foi que o livro Dungeon Master´s Guide 2 foi lançado e nele encontrei um tipo de terreno bastante interessante e quis utilizá-lo, tratava-se de um terreno feérico. Nesse terreno, todos dentro dele poderiam teleportar até 5 quadrados como uma ação mínima, isso tornou o combate totalmente tático.
  • Ainda no Encontro 3 eu aprendi uma importante lição: monstros espreitadores como vilões finais são UM SACO. Apesar dos dois minotauros terem sido derrotados, o gnomo Merrick (que era de elite), ficava escondido em algumas moitas no local disparando com sua besta, além disso ele podia se teleportar de uma moita para a outra por causa do terreno feérico. Isso simplesmente fez aquele combate vira uma espécie de pique-esconde, onde o grupo gastou mais tempo tentando encontrar o gnomo do que combatê-lo. Esse combate realmente ficou monótono e me desanimou.
  • Por fim não devo encerrar o relato dessa aventura sem descrever o incrível ato que ocorreu com o nosso goliath guerreiro Aukan. O que aconteceu foi que o goliath tombou, e com isso começou a realizar seus testes de morte para não morrer. Porém o destino queria porque queria deixá-lo morrer. O goliath simplesmente ficou 5 RODADAS inteiras com TRÊS caras ao seu lado tentando obter sucesso em um teste de Socorro (CD 15) para estabilizá-lo. Porém emsmo com um deles (o feral druida) com Socorro +7, o goliath guerreiro conseguiu acumular 3 falhas no teste de morte e faleceu. Porém graças ao único “continue” que cada personagem da minha campanha têm, ele voltou à vida.


Por enquanto é só, até o próximo diário da minha campanha Crônicas de Forgotten Realms, dessa vez com a ÚLTIMA aventura dessa campanha: As Areias de Calim.


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