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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

(D&D 4) Diário de Campanha – Crônicas de Forgotten Realms - 1a Aventura - Em Busca do Garoto Perdido - 2a Sessão


INTRODUÇÃO


1ª AVENTURA: EM BUSCA DO GAROTO PERDIDO

1ª Sessão


OS PERSONAGENS


- Herrfar Sede de Sangue, Meio Orc Bárbaro (Fúria Sanguinolenta) – controlado pelo jogador Delmiro

- Aukan Peito de Aço, Goliath Guerreiro (Guerreiro Guardião) – controlado pelo jogador Rafael

- Balanar Escamas de Platina, Draconato Bardo (Bardo valoroso) – controlado pelo jogador Maromba

- Storm Sussurro da Tempestade, Feral Druida (Druida Guardião) – controlado pelo jogador Pit

- Ryltar, Drow Feiticeiro (Feiticeiro da Tempestade) – controlado pelo jogador Ramon

Olá Mestres e jogadores de Dungeons & Dragons 4ª Edição.


No dia 16/08/2009 continuamos nossa campanha Crônicas de Forgotten Realms na qual é ambientada em Terthyr, localizado nas conhecidas “Terra das Intrigas”. Na sessão anterior os nossos heróis em inicio de carreira receberam uma missão por enquanto simples, buscar um jovem que desapareceu na Floresta Wealdath, uma imensa floresta localizada ao norte de Tethyr. Nessa jornada, enfrentaram algumas terríveis ameaças que a floresta tem a oferecer para aqueles ousados o bastante para explorá-las, além disso, encontraram dos terríveis bullywugs que habitavam essa região. Agora veja o que aconteceu na continuação dessa nossa 1ª aventura, Em Busca do Garoto Perdido.


Após o combate contra os bullywugs, os aventureiros conseguiam ouvir uma espécie de cânticos estranhos e bizarros vindos do interior de um templo antigo e esquecido que jazia naquela selva. Prevendo que algo muito terrível possa acontecer, o grupo de imediato adentra a escuridão do templo suspeitando que o garoto tenha sido levado por essas terríveis criaturas anfíbias.


Logo após um longo corredor os heróis chegam na primeira câmara do local, este local fedia mais do que um animal morto há semanas, possui um teto alto e duas escadaria levavam para um segundo andar, não havia nenhum teto que separasse o 1º andar do 2º. No local, 2 bullywugs altos e fortes permaneciam de guarda, assim que viram a aproximação dos aventureiros trataram de se ajeitar para o combate. No 2º andar, um terceiro bullywug espiava o que acontecia do andar inferior.



4º ENCONTRO (Encontro de Nível 2 – 675 XP)

2 Bullywugs Cafajestes – Brutos de Nível 1

2 Bullywugs Saltadores – Guerrilheiros de Nível 2

1 Bullywug Coaxador – Bruto Lacaio de Nível 1

1 Enxame de Centopéias – Bruto de Nível 1

1 Armadilha de Fosso de Piso Falso – Guardiã de Nível 1


De imediato, o meio-orc bárbaro Herrfar investe contra um dos bullywugs, porém aquilo de deveria ser um golpe devastador que possivelmente tiraria uma vida acabou por se virar em uma queda para a morte, o bárbaro acaba de cair em uma armadilha de fosso de piso falso que havia no centro do local. Além de ser prejudicado pela queda ao se recuperar o bárbaro sente algo estranho dentro do fosso subindo pelo seu corpo, logo ele percebe que o fosso estava repleto de centopéias nojentas e famintas que aos poucos estava devorando sua carne.




Vendo que o bárbaro foi pego por uma armadilha o grupo avança o combate e também para auxiliá-lo. Os bullywugs tentam empurrar os heróis para dentro do fosso com suas investidas, porém o goliath guerreiro Aukan tornam essa tarefa um pouco impraticável graças a sua tamanha constituição física de 2,20 m de altura, enquanto isso, ao mesmo tempo o goliath estende sua corda para ajudar o meio-orc que tentava escalar desesperadamente o fosso para se livrar do enxame de centopéias.


Dessa vez o draconato bardo Balanar não foi aniquilado logo de início pelos inimigos, e ele conseguiu ser bastante útil principalmente contra as centopéias (que haviam escalado para fora do fosso atrás da sua refeição) com o seu sopro congelante. Ao ser ferido, o bullywug saltador que se encontrava no 2º andar saiu e logo depois voltou trazendo outro bullywug saltador em um lacaio coaxador.


Nota do Mestre: Apesar deste combate ter sido de um nível acima do nível dos heróis, eles não tiveram muitas dificuldades em vencê-lo, o Meio Orc Bárbaro e o Goliath Guerreiro causavam ótimos danos, o Drow Feiticeiro Ryltar era bastante útil para acelerar o combate uma vez que ele podia danificar 2 criaturas ao mesmo tempo com o seu poder Golpe Relâmpago. O feral druida Storm não conseguiu pegar nenhum dos bullywugs com o seu poder Semente Flamejante principalmente os 2 bullywugs saltadores, que ficavam saltando pra lá e pra cá no campo de batalha.


Por falar nos bullywugs saltadores eu modifiquei o poder deles de saltar, fazendo-os serem poderes de recarga ao invés de por encontro, o que os tornou bastante mais estratégicos de se combater. O bullywug lacaio não fez nada no combate, ele só apareceu para ser morto logo em seguida pelo drow feiticeiro, apenas um XP gratuito. Diferente da primeira vez que eu utilizei um enxame na minha outra campanha, não qual eu não fui muito feliz pois ele acabou tornando o combate monótono, dessa vez tratei de colocar logo o enxame no começo do combate, aquele enxame de centopéias apesar de causar pouco dano nos aventureiros, os deixou um pouco assustados, porém ele não permaneceu muito tempo vivo uma vez que a baforada congelante do draconato bardo danificou muito ele.



Fim do combate com a vitória dos aventureiros, mas apesar de terem vencido eles não conseguiram matar um dos bullywugs saltadores, que tratou logo de saltar para a bancada do 2º andar e fugir, provavelmente para alertar os outros bullywugs do local sobre a presença dos PJs.


Apesar de estarem lutando contra o tempo, pois a qualquer momento podiam chegar mais inimigos e, além disso, a vida do garoto Artur podia estar em risco, os heróis decidem mesmo assim tirar um descanso breve para recuperar suas energias dos 2 combates seguidos. Durante esse tempo percebem que os cânticos cessaram, provavelmente seja porque os bullywugs já sabiam da presença deles. Porém, nenhum apareceu durante o descanso.


Após recuperarem suas energias eles decidem prosseguir, os heróis sobem as escadarias e seguem ainda mais para o interior do templo. Não caminham muito até chegarem na próxima câmara. Ela chama a atenção uma vez que parece que essa câmara lembra muito um bosque, é difícil para eles determinarem se esse bosque realmente foi criado dentro do templo, uma vez que o acima dele havia o teto, ou se por este templo ser muito antigo a floresta ao seu redor invadiu-o com o tempo. Porém mais bullywugs os aguardavam com as armas em mãos, não atacaram de imediato assim que eles chegaram. No outro lado desse bosque-jardim, podia-se ver uma plataforma alta onde nele estava parado um outro bullywug como bochechas gigantes que caiam sobre seus ombros, seu papo devagar inchava e desinchava conforme ele respirava, eles vestia uma espécie de manto sujo e rasgado e trazia consigo um cajado. Ao seu lado encontrava-se o garoto Artur todo coberto de lama e havia listras sobre seu corpo pintadas com alguma espécie de tinta nojenta.





Ao chegarem, o bullywug de manto na plataforma do outro lado do bosque grita (em um Comum bastante tosco) de raiva para os aventureiros exigindo explicações pela invasão. O draconato bardo exige para ele liberar o garoto pois eles estavam aqui por ele. O bullywug diz que não vai libertá-lo pois ele era um importante sinal da profecia. Assim, de modo bastante simples, o draconato ordena que a LEGIÃO DRACÔNICA ataque, os heróis atacam mas ficam pensando do por que diabos o draconato bardo os chamou de Legião Dracônica.


5º ENCONTRO (Encontro de Nível 5 – 1.125 XP)

2 Bullywugs Cafajestes – Brutos de Nível 1

3 Bullywugs Saltadores – Guerrilheiros de Nível 2

3 Bullywug Coaxadores – Brutos Lacaios de Nível 1

1 Bullywug Senhor da Lama – Artilheiro de Nível 2

1 Sapo Gigante – Controlador de Nível 1

2 Vinhas de Espinhos Sanguinários – Soldados de Nível 2


O combate começa calmo, os bullywugs cafajestes logo são enfrentados pelos aventureiros, de longe, o bullywug senhor da lama ordena que alguns lacaios bullywugs levem o garoto (estes lacaios não participaram do combate) e se volta para enfrentar os aventureiros de uma distância segura disparando seus poderes à distância. Ele conseguia cuspir umas bolas flamejantes que podiam afetar muitos dos aventureiros de uma única vez. Após algum momento de combate, por trás surge 3 bullywugs saltadores que haviam armado uma emboscada para os aventureiros.



Durante a batalha, um dos bullywugs lacaios some por entre as folhagens do bosque, retornando um pouco mais tarde trazendo um sapo gigante com estocadas de sua azagaia. A presença do sapo gigante assusta os aventureiros que combinam entre si de eliminá-lo o mais rápido possível, porém para isso eles precisam lhe dar com os outros bullywugs ao mesmo tempo.



Nota do Mestre: Inicialmente, enquanto eu estava planejando esta aventura, eu queria utilizar outro combate em vez deste, o combate na questão seria contra dois reis gêmeos bullywugs, um combate pronto que encontrei um dia desses navegando na internet, porém eu não o encontrei (ele mais tarde foi repostado no blog Paragons, veja como ele seria AQUI, porem iria diminuir o nível dele). Então, criei este encontro, que foi bastante interessante até, ainda mais, eu iria utilizar o conceito de irmãos gêmeos na minha próxima aventura desta campanha então foi até melhor assim.


Apesar de não ter nenhum monstro elite ou solo, o combate possuía muitas criaturas, e elas ainda eram de níveis maiores que os dos aventureiros. Isso foi bom pois fez os jogadores pensarem que aquele não seria o último combate, então ficavam pensando se utilizariam seu poder diário ou não. O combate apesar de ter se iniciado calmo, logo foi se tornando tenso, desesperando alguns jogadores. Eu como Mestre de D&D 4ª Edição até agora tive bastante sorte em tornar estes combates finais emocionantes, vamos ver o quanto minha sorte vai durar, hehehe.


Os lacaios como sempre foram os primeiros a cair, quando o sapo gigante apareceu os jogadores trataram de acabar logo com ele antes que o ele engula-os. O sapo porém foi logo vencido e não conseguiu engolir ninguém. Apesar do bullywug senhor da lama não poder utilizar o máximo de seus poderes ele permanecia tranqüilo em seu lugar afastado disparando seu coaxo flamejante, além disso, os aventureiros não estavam focando seus ataques nele por enquanto. Os bullywugs cafajestes logo caíram sobrando apenas os 3 saltadores. Percebo que foi uma boa tornar os poder deles de saltar como poderes recarregáveis em vez de por encontro, isso tornou o combate mais estratégico e os heróis ficavam correndo em todas as direções pelo mapa tentando alcançá-los.


Quando apenas ficou sobrando o último bullywug saltador este fugiu para dentro do bosque, nesse momento então o drow feiticeiro e o feral druida começaram a se focar no bullywug senhor da lama vencendo-o em pouco tempo graças a seus poderes diários. O meio-orc bárbaro com sede de sangue vai atrás do saltador fujão entrando também no bosque (que era terreno acidentado). Caminhando por entre os galhos e as folhagens o meio-orc bárbaro encontra o saltador e o encurrala.



Porém na verdade o saltador o levou para uma armadilha e que é encurralado é o bárbaro.



O meio orc percebe que as vinhas e as plantas a seu redor começam a se mexerem sozinhas e de repente elas o agarra e empalam seu corpo com um gigantesco espinho. Gritando por ajuda o meio-orc encontra-se com as vinhas de espinhos sanguinários e com bullywug saltador o atacando até a morte, nisso o goliath guerreiro e o draconato bardo correm para auxiliar o amigo mas chegam tarde para salvá-lo, agora o pobre meio-orc encontra-se desmaiado e ainda tendo seu sangue sugado pela vinha. O guerreiro então desfere seus golpes mais poderosos na vinha que segurava o meio-orc para fazê-la soltá-lo, enquanto isso o draconato bardo utiliza seu poder diário para matar o bullywug saltador que estava com apenas 1 ponto de vida (hehehe), porém agora restavam apenas essas duas últimas vinhas de espinhos sanguinários no combate, e foram justamente esses dois monstros que mais preocuparam os jogadores.


Nota do Mestre: Como Mestre de D&D 4ª Edição eu notei que os monstros do tipo Soldado são os que mais preocupam os jogadores, hehehe.


Com o meio-orc bárbaro caído, cabeu ao goliath guerreiro e ao draconato bardo a tarefa cuidarem das vinhas (o feral druida e o drow feiticeiro não conseguiam atingir as vinhas de longe e tinham que se aproximar). As vinhas começaram a agarrar o goliath que por não conseguir se soltar sofria muito dano e mesmo tendo conseguido já eliminar uma das duas vinhas, não resistiu a todos os danos sofridos durante o combate e também desmaiou.


Quando a última vinha foi derrotada pelos aventureiros encontrava-se o meio-orc bárbaro e o goliath morrendo, os jogadores não conseguiam estabilizá-los e o meio-orc já tinha falhado em dois testes de morte. Porém quando o feral druida consegui abrir seu caminho por entre as folhagens até os dois moribundos ele finalmente conseguiu passar no teste de Socorros para salvar os dois heróis.


Assim termina o 5º encontro da aventura.


Bastante feridos e esgotados graças a este combate violento, os heróis ainda precisavam encontrar o jovem Artur, porém não sem antes descansarem, afinal não sabiam o que podiam encontrar mais pela frente. Enquanto descansavam eles começam a pilhar os corpos dos bullywugs atrás de tesouros. Apesar desses bullywugs não carregarem nenhuma peça de ouro com eles, os heróis acabam encontrando dois itens mágicos no corpo do bullywug senhor da lama (que havia caído da sacada). Esses itens foram uma varinha que acabou ficando com o drow feiticeiro e uma manopla que ficou com o meio-orc bárbaro.


Descansados neste descaso breve, os heróis encontras 2 corredores opostos escondidos entre as folhagens do bosque que davam pra outros locais do tempo, ao seguirem por um notam que este corredor vai se transformando em uma rampa que leva novamente para o segundo andar, justamente para a plataforma na qual se encontrava o bullywug senhor da lama.


Lá encima apenas se encontrava uma espécie de trono feito de uma madeira bastante antiga e corroída pelos vermes, sentado à ela estava o garoto Artur apenas aguardando seu resgate com um ar de cansado e assustado em seu rosto. Protegendo o garoto se encontrava 2 bullywugs lacaios que não apresentaram muita resistência para os aventureiros, tendo sido derrotados sem um mínimo pingo de esforço por parte dos aventureiros.


Assustado e aliviado, Artur conta aos heróis como ele foi capturado, diz ele que após entregar o presente de aniversário de seu mestre Arundel para o velho Hans Silverhands no vilarejo de Folha Seca, estava retornando para casa quando foi emboscado pelos Bullywugs, eles o capturaram para ser devorado porém ao chegarem no templo ele foi apresentado para o líder deles e este ficou surpreso ao vê-lo, esse bullywug líder fez um discurso em sua estranha linguagem para os demais bullywugs e mais tarde explicou a Artur que ele deveria ficar para fazer parte de um ritual pois ele era um sinal de uma tal profecia. Nada mais foi dito ao garoto sobre essa tal profecia e desde aquele dia o garoto era tratado com respeito pelos bullywugs quando o líder bullywug estava presente, porém era maltratado quando ele não estava presente, desconfiava que algum dia poderia vir a ser morto.


Assustado, Artur apenas termina dizendo que queria sair logo daquele local imundo.


Após devolverem Artur para o druida Arundel os heróis retornam ao vilarejo de Folha Seca para contar as novidades para o velho Hans Silverhands e receberem sua merecida recompensa de 400 peças de ouro e de uma gema que valia mais 100 peças de ouro.


No final dessa aventura, o draconato bardo Balanar conversa com os personagens explicando que eles trabalham muito bem em grupo e que deveriam andar juntos para que possam sobreviver melhor. Todos concordam, até mesmo o paranóico drow feiticeiro que diz que eles poderão vir a ser úteis para protegê-lo contra “aqueles que querem pegá-lo”. O draconato bardo também diz que gostaria que eles pudessem vir com ele até seu vilarejo o Enclave Draconato para conhecerem o lugar. E assim, após dois dias de merecido descanso em Folha Seca, os heróis Herrfar Sede de Sangue, o Meio Orc Bárbaro, Aukan Peito de Aço o Goliath Guerreiro, Balanar Escamas de Platina o Draconato Bardo, Storm Sussurro da Tempestade o Feral Druida e Ryltar o Drow Feiticeiro partem pelas estradas de Faerûn para continuarem sua jornada até o épico.


E assim termina nossa primeira aventura da campanha Crônicas de Forgotten Realms. Nossa segunda aventura, O Enclave da Tragédia já está sendo narrada desde o dia 23/08/2009 (ontem) e será concluída no dia 30/08/2009.


XP TOTAL ACUMULADO: 3.450 (690 XP para cada personagem)

OURO ACUMULADO: 460 peças de ouro

VALOR DE GEMAS OBTIDAS: 100 po

ITENS COMPRADOS:

ITENS MÁGICOS OBTIDOS: Manopla do Golpe Poderoso, Varinha do Mestre da Onda Trovejante

MISSÃO MAIOR COMPLETADA: Em Busca do Garoto Perdido (Nível 1 – 500 XP)

MISSÃO MENOR COMPLETADA: Nenhuma

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

(D&D 4) Diário de Campanha – Crônicas de Forgotten Realms - 1a Aventura - Em Busca do Garoto Perdido - 1a Sessão


INTRODUÇÃO


OS PERSONAGENS


- Herrfar Sede de Sangue, Meio Orc Bárbaro (Fúria Sanguinolenta) – controlado pelo jogador Delmiro

- Aukan Peito de Aço, Goliath Guerreiro (Guerreiro Guardião) – controlado pelo jogador Rafael

- Balanar Escamas de Platina, Draconato Bardo (Bardo valoroso) – controlado pelo jogador Maromba

- Storm Sussurro da Tempestade, Feral Druida (Druida Guardião) – controlado pelo jogador Pit

- Ryltar, Drow Feiticeiro (Feiticeiro da Tempestade) – controlado pelo jogador Ramon


PRÓLOGO


Nossa campanha Crônicas de Forgotten Realms inicia-se no ano de 1479 CV no dia 7 no mês de Eleasias. Às 2 da tarde desse dia, o draconato Balanar Escamas de Platina, um jovem aspirante à bardo encontra-se sentado às margens do Rio Sulduskoon escrevendo mais um de suas poesias quando o mesmo é atrapalhado com uma pedrada na cabeça.


Ao virar-se para ver quem era o autor do feito, o draconato bardo encontra os irmãos draconatos Borak e Bozak rindo do que acabaram de fazer. Os dois eram mal encarados e briguentos, tinham poucos amigos e esses poucos eram imprestáveis como eles, esses dois irmão não são um bom exemplo de honra entre os draconatos, ambos eram comerciantes de mercadorias suspeitas e assim como o jovem Balanar, viviam no Enclave Draconato, um pequeno vilarejo de draconatos residentes que vieram do distante continente de Abeir.


Os imprestáveis irmãos draconatos disseram que o ancião do vilarejo, o velho Aurak, pediu para que eles avisassem a Balanar, caso o vissem, que ele deveria ir vê-lo. Após entregar a mensagem, os irmãos sobem em sua gigantesca carroça de mercadorias e partem, deixando um estranho rastro de areia que caía de sua carroça pela estrada, provavelmente alguma mercadoria furtada ou parecido.


O draconato bardo Balanar então segue de volta para o tranqüilo Enclave Draconato a fim de se encontrar com o ancião Aurak. Minutos depois o jovem bardo bate à porta do ancião e é recepcionado por sua velha esposa, a mesma pede para que o draconato bardo se sente e aguarde. Dentro da humilde casa de Aurak o draconato bardo não é o único que está aguardando, pois lá encontra-se também o jovem meio-orc bárbaro Herrfar Sede de Sangue, desfrutando-se de um javali assado e engolindo-o sem mastigar antes. Tanto o draconato bardo Balanar quanto o meio-orc bárbaro Herrfar eram nativos do continente de Abeir e vieram para Faerûn em busca de novas experiências de vida e de aventuras, durante a longa viagem se conheceram e se tornaram grandes amigos.


Nota do Mestre: Com eu sabia que nessa nossa primeira aventura eu teria o dever de reunir o grupo (com membros de raças bastante diferente do padrão, hehehe), eu resolvi já deixar claro para os jogadores que alguns deles já iriam se conhecer antes da aventura, tanto para facilitar essa minha tarefa quanto para diminui o tempo que gastaríamos nesse início, uma vez que teríamos um pouco de conversa e interpretação nesse início de campanha.


Após alguns minutos, o velho draconato Aurak aparece na sala e cumprimenta os dois jovens. Após um curto diálogo de apresentações Aurak revela o que ele deseja dos dois futuros heróis. Aurak revela que um velho amigo seu lhe enviou uma carta onde diz que ele necessita de uma ajuda urgente, porém é necessário de pessoas audazes o bastante para encarar possíveis perigos mortais, uma boa recompensa material seria dada em troca, na carta, ele pergunta se no Enclave ele poderia encontrar pessoas voluntárias para esse serviço.


Aurak pergunta então à Balanar, o draconato bardo, se ele estaria disposto a fazer esse favor para seu velho amigo, e para sua felicidade o bardo Balanar afirma que faria o possível. Aurak então aconselha que levasse consigo o jovem meio orc bárbaro Herrfar, pois seus músculos e seu espírito selvagem poderiam vir a ser úteis, além do que, a vida em um vilarejo pacato e simples de draconatos não combinava com o espírito de liberdade do jovem bárbaro.


Por fim, o velho Aurak explica que poderão encontrar seu amigo Hans Silverhands em outro vilarejo à 8 horas de viagem do Enclave Draconato, um vilarejo chamado Folha Seca, próximo às Montanhas do Pináculo Estelar. Agora com uma oportunidade de conhecer o mundo, não demora muito para que Banalar, o draconato bardo, e Herrfar, o meio-orc bárbaro, preparem suas coisas (principalmente Balanar) e estejam partindo do Enclave Draconato.


O VILAREJO DE FOLHA SECA


Durante sua viagem pacata, o draconato bardo e o meio-orc bárbaro tiveram que acampar para não terem que viajar pela noite, e logo de manhãzinha do dia seguinte estavam quase alcançando o vilarejo de Folha Seca.


De acordo com o mapa entregue por Aurak, faltaria apenas subir o último morro para poder avistar o vilarejo de Folha Seca, e lá estava ele na paisagem. O vilarejo parecia ser bastante humilde, do outro lado podia-se observar as enormes fazendas possuídas por alguns dos habitantes, e mais além as enormes Montanhas do Pináculo Estelar, naquela manhã tudo parecia calmo, algumas pessoas já estavam caminhando fazendo seus afazeres, algumas casas já soltavam fumaças pelas suas chaminés e o cheiro do pão assado podia chegar nas narinas dos dois viajantes que observavam o vilarejo ao longe.



Tendo que encontrar o tal homem chamado Hans Silverhands os heróis resolvem perguntar por essa informação a um lenhador que encontrava-se na estrada carregando alguns galhos pelo ombros. Ao se aproximarem, constataram que aquele sujeito não era um homem comum, aliás, ele nem era humano. A enorme figura de 2,20 m de altura era careca e possuía a pele acinzentada com pequenas manchas verdes sobre ela, se tratava de Aukan Peito de Aço, um goliath guerreiro (porém os personagens não se apresentaram nesse encontro).


O draconato bardo pergunta ao enorme goliath onde ele poderia encontrar por Hans Silverhands, ele estava necessitando de ajuda imediata e eles vieram até aqui para ajudá-lo. O goliath não estava há muito tempo em Folha Seca porém ele conhecera um velho homem chamado Hans Silverhands, ele indica ao draconato bardo e ao meio-orc bárbaro onde podem encontrá-lo. Agradecidos a dupla se despede e tantos eles quanto o goliath seguem seus caminhos.


As orientações do goliath os levam para a residência do tal Hans sem muitas dificuldades e não demora muito para achá-la, uma vez que ela é bastante peculiar. Ao que parece, a casa fora construída sobre uma grande árvore, dando a entender que ela e a árvore estão mescladas uma à outra, provavelmente foi arquitetada por um elfo ou eladrin. Um pequeno mas belo jardim enfeita as laterais. Ao baterem à porta os viajantes são atendidos por um jovem de feições selvagens em seu corpo, eis que eles conhecem Storm Sussurro da Tempestade, um feral.


Nota do Mestre: Diferente das outras vezes em que narrei, decidi introduzir logo os personagens uns aos outros antes de fazê-los se juntar como um grupo, a conversa com o goliath guerreiro permitiu que eles estivessem mais afinidade na hora de se encontrarem e se unirem por completo. Já o feral druida foi logo introduzido por fazer parte da história da aventura.


O draconato bardo pergunta ao feral se ele era Hans Silverhands, o feral diz que não pois se chamava Storm Sussurro da Tempestade, porém esta era a casa de Hans e que iria chamá-lo. Porém não foi necessário que o jovem feral druida o chamasse pois o Hans já se encontrava ao seu lado dizendo que podia deixar os visitantes entrarem pois estava à sua espera. Ao entrarem constataram que Hans Silverhands se tratava de um humano bastante velho, seus longos cabelos brancos e sua imensa barba branca o deixava com um aspecto de um mago bastante sábio. Porém o velho Hans tinha uma peculiaridade, ele era cego, porém não um cego comum, pois Hans simplesmente não tinha olhos, era como se eles nunca tivessem nascidos.


A MISSÃO


Passada suas apresentações formais, o velho Hans explica ao draconato bardo, ao meio-orc bárbaro e ao feral druida do por que ele os havia chamado até aqui. Hans Silverhands começa explicando que há quatro dias havia sido seu aniversário e que um velho conhecido chamado Arundel, um velho druida que habita a Floresta Wealdath havia lhe enviado um presente pelas mãos de um jovem de 14 anos chamado Artur. Este jovem era um aprendiz de Arundel assim como o feral druida Storm, que estava aqui presente, também havia sido aprendiz do mesmo Arundel.


Porém o garoto Artur ainda não havia voltado para casa, e Arundel acredita que algo pode ter acontecido com ele na floresta. Por isso, Arundel enviou seu antigo aprendiz, o feral druida Storm Sussurro da Tempestade para dar as más notícias para Hans e juntos tentarem solucionar o problema do desaparecimento.


Hans Silverhands acredita que seria melhor um grupo de busca ir atrás do garoto, porém se Floresta Wealdath é perigosa o bastante para um druida então nenhum dos aldeões deveria ir procurá-lo, mas sim um grupo de jovens aventureiros ousados o bastante para enfrentar tal floresta. Porém o vilarejo de Folha Seca é escassa de aventureiros e por isso ele enviou uma carta para um outro conhecido, o velho draconato Aurak para perguntá-lo se ele poderia enviar alguns jovens heróis, e quem respondeu ao chamado foram justamente o draconato bardo Balanar Escamas de Platina e o meio-orc bárbaro Herrfar Sede de Sangue. O velho Hans Silverhands explica aos dois que deveriam acompanhar o feral druida Storm já que este conhecia mais a Floresta Wealdath e o jovem Artur.


Os aventureiros então aceitam a proposta de irem busca do garoto perdido. Após mais um pequeno tempo de conversa, Hans explica aos aventureiros que há dois dias havia chegado em Folha Seca dois homens que desceram Montanhas do Pináculo Estelar e se instalaram na taverna local, pelo o que o velho Hans soube quando conversou com eles era que estavam atrás de trabalho. Hans afirmou para eles que em breve arranjaria uma grande missão para eles resolverem. Para encerrar, Hans Silverhands explica aos aventureiros que antes de partir seria bom contatar esses dois homens, pois poderiam ser úteis contra os perigos da Floresta Wealdath. Ele também diz que por resgatarem o garoto iria oferecer uma grande quantia de 500 peças de ouro, 100 para cada um deles. Como forma de agradecimento.


Após deixarem a casa do velho Hans os três heróis decidem não perder muito tempo e logo partem para a taverna local a fim de encontrar aqueles dois homens citados por Hans. Ao chegarem notam que a taverna no momento possui apenas dois clientes, o enorme goliath guerreiro Aukan Peito de Aço e ao seu lado um elfo de pele escura (na verdade um drow) sentado no canto mais escuro do estabelecimento olhando com desconfiança seu copo de vinho ainda cheio, este último trata-se de Ryltar, um drow feiticeiro nativo do Subterrâneo na qual conheceu o goliath guerreiro Aukan na descida das Montanhas do Pináculo Estelar.


Por já terem conhecido o goliath Aukan se dirigem a ele perguntando se eles seriam aqueles mencionados por Hans Silverhands e logo o goliath guerreiro confirma. Então o draconato bardo começa a explicar ao goliath e ao drow aquilo que lhes foi proposto e pergunta se gostariam de se juntar a eles nessa busca, o que é de imediato aceito pela dupla apesar das teorias de conspirações que passam pela cabeça do drow citadas por ele.


Não demora muito para que o grupo dos cinco aventureiros partam de Folha Seca em direção à Floresta Wealdath guiados pelo feral druida Storm Sussuro da Tempestade.


A FLORESTA WEALDATH


Após algumas horas de caminhada o grupo finalmente chegar às margens da imensa floresta, em pouco tempo se encontram cercados por enormes árvores que chegam a cobrir quase todo o céu acima. Apesar do clima calmo, os aventureiros se mantém em alerta para qualquer perigo que a floresta possa residir.



Pouco a pouco as árvores vão se tornando mais próximas umas às outras e curvas, o chão começa a ficar lamacento e um cheiro desagradável começa a surgir, pouco a pouco a floresta vai se transformando em um nojento pântano lamacento. Apesar do céu ainda estar claro, a copa das árvores quase chegam a impedir que o sol ilumine o solo logo abaixo, o barulho de insetos, grilos e de sapos são freqüentes nesta parte da floresta.


No momento em que o grupo atravessa um rio de lama utilizando um grande galho de árvore como ponte eles ouvem algo se mechando na lama abaixo deles, rapidamente eles ficam atentos a qualquer coisa que venha a surgir, empunham cada vez mais forte suas armas. Porém esse cuidado não é o bastante e de repente o draconato bardo é puxado e engolido pela lama por algo ainda desconhecido.


1º ENCONTRO (Encontro de Nível 1 – 500 XP)

4 sapos gigantes controladores de nível 1

1 stirge espreitador de nível 1


De repente, a ameaça aparece, na verdade é notada, camuflado pela lama encontra-se um sapo de proporções gigantescas, tão grande quando dois bois, na boca da criatura pode-se observar a mão do draconato para fora indicando que o mesmo foi engolido. Porém, com um pouco mais de atenção, os aventureiros percebem que aquele não é o único sapo no rio, outros 3 estão em sua companhia cercando-os, e se não agirem rápido virarão comida de sapo.



Nota do Mestre: Os sapos gigantes são monstros que aparecem na aventura The Village of Hommlett, porém lá eles são de nível 3, aqui tive que reduzi-los para o 1º nível para se encaixar com o nível dos personagens, não os achei interessante de início quando os vi naquela aventura, porém ao ouvir um podcast no blog Vozes da Terceira Terra onde seria um grupo jogando esta aventura justamente no combate contra os sapos, vi que eles tornariam um combate interessante e divertido, então quis experimentar (além de que, esses sapos se encaixariam direito com a história da aventura.



O combate foi um pouco assustador para os personagens, pois eles podiam se ver a qualquer momento engolidos pelos sapos gigantes, já estes se empenhavam em capturar suas futuras refeições a qualquer custo, o draconato bardo sempre que conseguia escapar da imensa boca, logo era capturado novamente, seja pelo mesmo sapo ou por outro. Enquanto isso, o goliath guerreiro e o meio-orc bárbaro tentavam derrubar os sapos o mais rápido possível.


Deixando a ponte de árvore e voltando para terra firme (e lamacenta) o feral druida e o drow feiticeiro auxiliavam no combate à distância. Porém foram vítimas de uma outra ameaça da Floresta Wealdath, enquanto disparavam seus poderes, ouviram um zumbido gigantesco e rapidamente se esquivaram do ataque mortal de um enorme stirge que apareceu de surpresa. Provavelmente estavam passando através de um nincho de stirges naquele momento, e isso deve ter atraído os sapos gigantes.



O combate continuava e os sapos um a um eram sendo derrubados, o stirge logo caiu sem ao menos prejudicar um dos aventureiros, o draconato bardo simplesmente passou o combate inteiro tentando se livrar de ser engolido e não conseguiu fazer nada contra os sapos. Ele já estava quase morto quando finalmente o goliath guerreiro cortou ao meio o sapo que engolira o draconato encerrando assim o primeiro combate dessa campanha.


Com os sapos e o stirge eliminados o grupo decide realizar um descanso curto, pois tinham gastado muitas energias nesse combate que os pegou de surpresa, ainda mais por que o bardo havia sofridos danos sérios. Após recuperados, o grupo continuou sua jornada pela perigosa floresta.


Após mais algum tempo de caminhada por esse pântano-floresta, o grupo encontra um farrapo de tecido branco e sujo em um arbusto, o feral druida revela que o jovem Artur vestia uma roupa assim.


2º ENCONTRO (Desafio de Perícias: Rastreando o Garoto – 100 XP)


Nota do Mestre: Este foi o primeiro desafio de perícias do grupo, fiquei em dúvidas se eu explicaria a eles como funcionava um desafio de perícias ou se eu simplesmente iria narrando e pedindo para que eles fizessem testes sem explicar que se tratava de um desafio. Acabei escolhendo essa segunda opção. Apesar do desafio de perícias ter sido bastante fácil (não queria algo complicado logo no primeiro desafio de perícias da campanha), precisando apenas de 4 sucessos antes de 3 falhas o grupo quase que não obteria sucesso, no final conseguindo acumular 2 falhas. Mas até que se saíram bem no final.


O grupo notou diversas pegadas pelo local, muitas de estranhos pés finos de três a quatro dedos, provavelmente o garota estaria fugindo ou sendo levado pelos autores dessas pegadas o que comprova que ele foi atacado no retorno para casa, o grupo resolveu seguir esses rastros, mas houveram algumas trapalhadas no meio do caminhos, tendo que voltar a refazer os passo diversas vezes, além do mais o goliath guerreiro dizia um coisa enquanto o meio-orc bárbaro dizia outra, por fim o feral druida acabou encontrando mais trapos o que os levou para a trilha certa do trajeto.


Essa tarefa de rastreio tomou muito tempo deles, tiveram que andar com cautela para não se perderem novamente, acima, o sol já estava começando a se por e seria melhor agirem rápido antes que tenham que ficar na escuridão nesta imensa floresta, o som dos grilos e sapos aumentavam cada vez mais fazendo com que uma conversa em voz baixa fosse impossível de ser ouvida, além disso, os insetos começavam a perturbar a pele. Por fim a trilha os levou até uma construção perdida no meio o pântano.


A construção lembrava um templo abandonado e arruinado pelo tempo, parecia ser mais antigo que a própria Floresta Wealdath uma vez que todo o pântano ao parecia ter crescido ao redor da misteriosa estrutura. Trepadeiras subiam pelas suas paredes rochosas e a vegetação chegava quase a cobrir o templo por completo.


Porém os aventureiros viram que aquela construção não estava só, criaturas semelhantes a sapos humanóides encontravam-se parados em frente à entrada, armados com lanças e azagaias como se fossem guardas, o feral druida logo os reconheceu, bullywugs, criaturas humanóides anfíbias que são consideradas depravações até mesmo pela própria natureza.


Enquanto os outros aventureiros se preparavam para atacar, o bardo logo tomou a dianteira dizendo que queria falar com eles. Então, aos poucos eles foram se aproximando de modo que deixassem que os bullywugs percebessem a presença deles. Quando isto aconteceu os bullywugs logo se armaram e se colocaram em posição de batalha, porém como firam que o bardo estava de braços abertos resolveram não atacar de imediato. O draconato bardo então utilizando da ajuda de seu poder Palavra da Amizade começou a sua diplomacia com as criaturas, obtendo um sucesso espetacular no teste. Apesar dos bullywugs não entenderem uma única palavra do draconato, eles entenderam que eles não iriam atacar, porém ainda não baixaram suas armas.



Porém mesmo com seus gestos e palavras que soaram suaves para aqueles bullywugs, o draconato não havia notado que outros bullywugs (e que não foram alvos de sua diplomacia) se aproximaram pelas folhagens ao redor deles e de imediato atacaram os personagens de surpresa.


3º ENCONTRO (Encontro de Nível 1[ou seria 2?] – 550 XP)

2 Bullywugs Cafajestes – Brutos de Nível 1

2 Bullywugs Saltadores – Guerrilheiros de Nível 2

4 Bullywugs Coaxadores – Brutos Lacaios de Nível 1


O combate se iniciou um uma investida furiosa de um bullywug cafajeste no meio-orc, que além de danificá-lo muito ainda o fez perder o equilíbrio e cair no chão, em seguida saltando das árvores um outro bullywug arremessa ainda no ar uma azagaia que que ga em cheio no draconato bardo, e por fim um terceiro bullywug surge criando um coaxo que atinge os heróis próximos. Os heróis então respondem a altura e os bullywugs que já estavam preparados avançam. Um combate sangrento se inicia.



Nota do Mestre: Novamente neste combate o bardo draconato teve bastante azar, quase chegando aos 0 pontos de vida, apesar que desta vez ele conseguiu desferir alguns golpes, eu gostei da habilidade de investida os bullywugs cafajestes, eles deixam os jogadores assustados, os bullywugs coaxadores achei eles uns péssimos lacaios têm acertos muito baixos, prefiro os goblins e kobolds lacaios, já os bullywugs saltadores achei eles ótimos porem não gostei muito que sua habilidade de saltar fosse por encontro, apesar de ela ter a palavra chave confiável (ou seja, caso ele erre o ataque, o poder não será gasto) o saltador caso atinja um alvo ele perderá essa habilidade, no próximo encontro que eu utilizar ele eu trocarei o por encontro por uma recarga. Deixará o monstro um pouco mais apropriado para o encontro.


O combate não foi muito difícil para a maioria dos aventureiros, porém o draconato bardo novamente sofreu nas mãos dos bullywugs, acredito que faltou um pouco de trabalho de equipe nesse combate, apesar de que o goliath guerreiro conseguiu ajudar o draconato bardo no último momento. Achei bastante interessante o poder sem limite do drow feiticeiro Golpe Relâmpago que é do suplemento Arcane Power, ele permite atingir duas criaturas com o mesmo golpe, é como de fosse o poder Trespassar do guerreiro, porém à distância.


No fim, os heróis venceram sem muito esforço os bullywugs (exceto pelo draconato bardo que sofreu muito), após acabarem com o último deles, resolvem descansar novamente para recuperar suas energias. O meio orc bárbaro Herrfar Sede de Sangue começa um estranho e nojento ritual de se pintar com o sangue dos bullywugs derrotados, o que deixa seu corpo fedendo incrivelmente por causa do sangue nojento dessas criaturas o que também deixa o draconato bardo um pouco perplexo com a atitude do amigo. Enquanto isso, os outros heróis começam a pilhar os corpos dos homens sapos em busca de tesouros e acabaram por encontrar uma quantia de 60 peças de ouro.


A noite na Floresta Wealdath estava chegando, aos poucos tudo foi se escurecendo, o coaxar dos sapos e os barulhos dos grilos no ambiente ficavam cada vez mais altos e os insetos já estavam incomodando os aventureiros. No templo a sua frente um fedor insuportável era exalado para fora. Agora que o combate havia se encerrado, os heróis podiam ouvir barulhos vindos lá de dentro, como se fossem cânticos ritualísticos sendo emitidos. Não havia mais tempo para descansos, pois provavelmente um garoto no interior desse templo precisava ser salvo.


Nossa primeira sessão da campanha de D&D 4E – Crônicas de Forgotten Realms se encerrava aqui, alguns dos jogadores teriam que partir e nosso próximo jogo foi marcado para o dia 16/08/2009, nesse dia se encerrou nossa primeira aventura, que será descrita aqui em uma outra oportunidade.


XP ACUMULADO: 1.150 XP (230 XP para cada personagem)

OURO ACUMULADO: 60 peças de ouro

ITENS MÁGICOS OBTIDOS: Nenhum