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quarta-feira, 24 de março de 2010

Diário de Campanha de D&D 4e.: Guerra Sem Fim - Resumo - 2ª Parte

Olá mestres, jogadores e simpatizantes de D&D!

Aqui quem vos fala é novamente o Del! Como já deixei claro no posto anterior, venho aqui no blog do Medonho para postar resumos de minha aventura, para que meus jogadores possam relembrar certos fatos da aventura, e também para compartilhar a história com os leitores do blog. Sem mais delongas, segue a 2ª parte do resumo de minha campanha: Guerra Sem Fim.

Capítulo 2 - A Perseguição

No segundo capítulo, chamado de “A Perseguição”, nossos heróis saem da fortaleza onde se encontravam e tentam retornar para O Grande Oasis.

Atravessando a floresta de volta para chegar ao Pântano Vivo, os aventureiros são impedidos de prosseguirem por um grupo vegetais autômatos. Dríades os atacam e Arbustos Trôpegos os surpreendem pela retaguarda. Uma das dríades reclama que eles estão perturbando a floresta e o pântano. Nossos heróis derrotam estas plantas após uma batalha difícil. Assim, seguem para o pântano, aparentemente, sem mais problemas. Mal sabe nossos heróis que estavam sendo seguidos por um lobo, um elfo e um drow.


Nosso amigo Tulkas, O Forte sendo flanqueado e agarrado por dois Arbustos Trôpegos. Note o arqueiro Amarid ao longe.

Hans, Isaus e Vondal tentando ficar longe das dríades

Ao adentrarem no pântano e caminharem algumas horas, nossos amigos encontram ao longe quatro criaturas. Ao se aproximarem cuidadosamente, Jack as reconhece. Trata-se de: Julia Ardentheart, humana paladina de Erathis, decurião, ou seja, líder de uma decúria da Ordem da Espada, decúria esta que Jack faz parte; Phiroh, um drow assassino, Escudeiro da Ordem, ou seja, vice líder da citada decúria; Minaí, um elfo rastreador, que também faz parte da decúria de Julia; e Baju, um lobo do inverno, companheiro de Minaí.

Desta forma, nossos heróis se aproximam sem medo. Ao tentarem cumprimentar os colegas de Jack, Julia imediatamente, com uma expressão de raiva, declara: “Pela tentativa de assassinato do primeiro ministro Raul Ragnos e pela traição a Iudex, você e seus companheiros estão presos!”. Sem entenderem o que se passa, e mesmo sendo avisados por Jack da força de seus superiores, nossos confusos amigos tentam resistir à prisão. Em pouco tempo de combate, mesmo depois de uma frustrada tentativa de fuga por parte de Hans e Amarid, nossos indefesos heróis são facilmente derrotados por Julia e seus companheiros. Somente conseguiram derrotar o elfo Minaí.

Da esquerda para a direita: Julia, Phiroh e Minaí

Assim, devidamente amarrados e desarmados, nossos pelados aventureiros são levados para uma jaula em uma carruagem. Lá eles são trancados. A carruagem é guiada para a cidade de Iudex, mas em algumas horas de viagem, carruagem explode misteriosamente, fazendo com que todos que estavam nela ficassem inconscientes.

Dias depois, alguns de nossos amigos recobram a consciência. Eles se encontram em uma espécie de dormitório. Um homem que os vigiava saiu por uma porta e chamou Genn, guerreira e princesa de Duna de Cristal. Esta explica aos personagens que eles estão seguros na Fortaleza Dória pertencente ao reino de Duna de Cristal, que fica no deserto. Ela explica que alguns de seus patrulheiros emboscaram a carruagem, destruindo-a com explosivos. Fizeram isso pois a carruagem continha o brasão de Iudex. Assim, ao tentar pilhar a carruagem, os patrulheiros desta fortaleza encontraram os enviados do rei Marco, ou seja, os nossos heróis. Mas, infelizmente, eles não puderam salvar todos. Para trás ficou Isaus, o clérigo de Erathis, falecido na explosão. Surpreendentemente a paladina Julia ainda estava consciente. Por isso os patrulheiros não conseguiram levar o corpo do falecido para a Fortaleza Dória, para o devido sepultamento.

Após Genn oferecer água e comida para os personagens, ela explicou o motivo do ataque à carruagem. Acontece que, desde que os aventureiros saíram de O Grande Oasis em direção ao pântano, Iudex declarou guerra contra Duna de Cristal por este ter compactuado com a tentativa de assassinato de Raul Ragnos. Genn também explica que o Rei Marco está em missão diplomática em Iudex, para tentar dirimir este mal entendido. Assim, Genn pede que os aventureiros busquem provas para auxiliar o Rei nesta empreitada para provar que Raul na verdade é um aliado do tirânico reino de Mors. A princesa de Duna de Cristal pede para que os heróis sigam para a região gelada onde fica Iudex, Nivis, mas ao invés de ir até a cidade, ela quer que eles sigam para a grande Cordilheira de Nivis, mais especificamente as Montanhas do Paraíso, e lá encontrem um local chamado de Coração do Inverno. Ela pede que eles atravessem estas montanhas por este Coração do Inverno, e que chegando ao outro lado eles deveriam procurar por uma criatura com idade bem avançada, conhecida como o Velho Naturas. Neste momento, o espírito do xamã Vondal reconhece este nome, e avisa ao seu companheiro que este é um poderoso protetor da natureza. Então, nossos heróis se reequipam e partem para as Montanhas do Paraíso.

Após muitos dias de uma viagem tranqüila, o deserto começa a ser deixado para trás e vêem no horizonte a Cordilheira de Nivis. Eles adentram uma floresta gelada, onde a vegetação já é coberta por neve. Depois de mais poucos dias de viagem, Amarid, o elfo patrulheiro, avista ao longe, da direção de onde vêm os nossos heróis, Julia e seus companheiros. Os personagens estão sendo perseguidos a algum tempo. O grupo de Julia se aproxima rapidamente. Nossos amigos tentam fugir, começando assim um desafio de pericia. Após algumas dificuldades, eles conseguem despistar os perseguidores, escondendo a trilha que estava deixando e criando, através dos poderes de Hans Silverhands, uma trilha falsa, encerrando-se este capítulo.

Capítulo 3 - Paraíso Gelado

Ao se aproximarem das Montanhas do Paraíso, inicia-se um capítulo intitulado de “Paraíso Gelado”. Neste ponto, os aventureiros são surpreendidos por uma alcatéia. Os lobos não são comuns. Eles possuem cristais de gelo no lugar de pelos, e outro lobo transforma-se em um Lobisomem selvagem. Apesar de não ser um grande desafio para nossos amigos, infelizmente dois deles foram contaminados pela doença transmitida pela mordida do lobisomem. O elfo patrulheiro Amarid e o anão xamã Vondal Uku contraem a doença do Frenesi Lunar. Estes não informam aos seus companheiros, que não fazem idéia do que poderia acontecer.

Chegando às Montanhas do Paraíso, os personagens avistam duas entradas para uma caverna, esta conhecida como Coração do Inverno. Acontece que estas entradas não se encontram na base das montanhas. Assim, os personagens devem escalar até a metade das montanhas para chegar ao Coração do Inverno. Após uma difícil escalada onde alguns escorregaram na corda que usavam, por contra de uma tempestade que ocorria, os heróis chegam à entrada do Coração do Inverno. Entrando nesta caverna escura (que não é natural, mais parece uma obra de arte), eles tentam caminhar por um longo corredor, mas o chão é muito escorregadio. Alguns de nossos amigos perdem o equilíbrio, se jogam sem querer em espinhos de gelo nas paredes. Estes espinhos atravessam parte do corpo e magicamente explodem.

Após alguns se machucarem neste corredor, eles chegam a um próximo cômodo, precariamente iluminado. Aqui eles encontram um grupo de orcs exploradores que alegam estar procurando uma jóia chamada Coração do Inverno e que não deixaria que intrometidos seguissem. Assim, sem tempo para muita conversa, os heróis travam uma sangrenta batalha contra este orcs. Alguns deles que empunhavam falciones, outros orcs, bem armadurados, seguravam um grande machado, outros jogavam pequenas bombas, e outro orc com uma lança, possuía tatuagens de olhos em todo seu corpo.

Esta batalha foi bem extensa e dramática. Os orcs eram bem poderosos, páreos para nosso grupo de heróis. Enquanto um dos orcs caia morto, um dos personagens caia inconsciente. Sobrando, ao final, poucos combatentes em pé, o paladino de Moradin, Tulkas, infelizmente foi assassinado por um dos orcs. O combate se seguiu por quem ainda tinha consciência e quem conseguiu ser curado por testes de socorro, pois as curas do xamã Vondal já haviam se acabado, até que, finalmente, todos os orcs se encontravam mortos, e infelizmente, Tulkas, O Forte também.

Os aventureiros remanescentes, Jack Silverblade, Hans Silverhands, Amarid e Vondal Uku seguiram até o final da sala onde pensavam que havia uma grossa coluna, mas olhando por outro lado, esta coluna se tratava de uma escadaria que levava a um andar superior. Também encontraram um bugbear seriamente ferido, sentado no chão e encostado no portão que bloqueava a escadaria.

Após um dialogo com o bugbear, os aventureiros descobriram que ele estava sendo forçado a guiar os orcs, até a jóia do qual falaram. Melkor Meia-Boca, era o nome deste Bugbear Guerreiro (Jogador Maromba). Este era mal tratado pelos orcs, até que foi seriamente ferido por estes. Melkor, em gratidão, decidiu ajudar os personagens a atravessar a montanha, se estes o deixassem seguir com eles.

Após a entrada de Melkor Meia-Boca ao grupo, os personagens velaram o corpo do falecido Tulkas, o Forte. Mas sem escolha, eles tiveram que deixar o corpo de seu companheiro jogado na sala, pois não tinha onde enterrar, já que o chão era feito de mármore maciço. Enquanto estavam de luto pela morte do amigo, os heróis decidiram ter um merecido descanso.
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Assim termina este resumo. Espero que todos tenham lido! Apesar da extensão do resumo.
Próximo post será a sipnose da última sessão da campanha Guerra Sem Fim!
Até a próxima!

Postado por Del

sexta-feira, 19 de março de 2010

Diário de Campanha de D&D 4e.: Guerra Sem Fim

Olá mestres e jogadores de D&D.

Pessoal, aqui quem posta não é o Medonho, mas sim um jogador da mesa que ele mestra, e mestre de uma mesa no qual o Medonho é jogador.

Me chamo Del, e estou postando neste blog com a autorização do Medonho para postar as sessões da campanha que mestro, campanha esta de D&D 4ª Edição. O objetivo é recapitular e refrescar a mente dos jogadores da minha mesa, e também compartilhar minha campanha com os frequentadores deste blog.

Bem, como a campanha começou há meses, darei um resumo do que aconteceu até agora, e depois narrarei com mais detalhes a última sessão.

Esta campanha chama-se Neverending War, ou se preferirem, Guerra Sem Fim.

A história se passa no mundo chamado Del’s World. É um mundo que em grande parte sofre de escassez de água e uma conseqüente falta de alimentos. Nota-se isso principalmente no continente de Elossa. Neste continente há 3 grandes reinos: Iudex (grande e rica cidade democrática que se localiza na região gelada de Nivis) e Duna de Cristal (reino decadente localizada na região desértica de mesmo nome), aliados em uma guerra contra Mors, o maior e mais cruel império do continente.

Os protagonistas de nossa história, inicialmente, são:

Jack Silverblade. Diplomático Githyanki Lâmina Arcana, soldado da Ordem das Espadas, organização de guerreiros de elite da cidade de Iudex. (Jogador Ramon);

Hans Silverhands, Humano Psiônico do clã Silverhands. Estes são nômades que rodeiam o deserto de Duna de Cristal. Hans deixou seu clã por se envergonhar dos atos deste. (Jogador Medonho);

Tulkas, o Forte. Bruto e mal educado Feral de Presas Longas, antigo bárbaro e atual Paladino do deus Moradin. Foi criado por anões de Moradin, na cidade de mesmo nome. (Jogador Maromba);

Amarid, um Elfo Patrulheiro. Mercenário egoísta e vingativo. Ele busca vingança contra um certo Orc que assassinou sua família. (Jogador Dorotheu);

Isaus, Kalashtar Clérigo de Erathis. Capitão de uma pequena tropa da cidade de Iudex, mas perdeu a memória recentemente por motivos desconhecidos. (Jogador Enzo).

Prólogo - Mistérios do Deserto

A aventura, chamada de Mistérios do Deserto, prólogo da campanha, começa quando Jack e Isaus são chamados pelo parlamento de Iudex. O Primeiro Ministro do parlamento, Raul Ragnos, os dá a missão de ir ao O Grande Oasis, capital do reino Duna de Cristal, pois o rei deste requisitou ajuda de Iudex.

Jack e Isaus seguem para O Grande Oasis. Lá, eles têm uma reunião com o rei do local, Marco Duna de Cristal. Também encontram os outros personagens, Amarid, Tulkas e Hans. O rei pede que os heróis fossem até o templo de Ioun (Deus do conhecimento), mais precisamente para o mausoléu deste, que fica a alguns dias de viagem, ainda no deserto. O rei desconfia que há um traidor encontrando-se com um agente do reino de Mors. Assim, o rei pede para que estes descubram quem é o traidor.

Nossos heróis seguem para o Templo de Ioun. No caminho enfrentam
algumas hienas. Chegando ao templo, eles convencem um monge, guardião do templo em ruínas, a os deixarem passar. Entrando no templo, e depois no mausoléu, os aventureiros vão atravessando câmara por câmara, enfrentando alguns mortos vivos, como zumbis, esqueletos, garras rastejantes, entre outros.

Ao chegarem à penúltima câmara, um grande salão, os aventureiros se surpreendem, pois se encontraram com Raul Ragnos que vinha de outra sala, descobrindo que este é o traidor. Eles enfrentam Raul, que aparenta ser um necromante, e sua pequena legião de mortos vivos. Mas logo após derrotarem e, aparentemente, matarem Raul, uma voz sombria ecoa da última câmara de onde Raul tinha vindo, de lá surge um homem com uma espada bastarda, com feições pálidas e caninos afiados, era Lorde Julius, um vampiro representante do reino de Mors. Ao lado dele, vinham também duas crias vampíricas. Nossos heróis derrotam este último inimigo, e seguem para a última sala. Lá, eles encontram um portal sustentado por dois orbes. Eles retiram os orbes e retornam para O Grande Oasis. E, assim, acaba o prólogo da campanha.

Lorde Julius

Capítulo 1 - A Luta por Água

Chegando ao palácio de Marco Duna de Cristal, os heróis entregam os orbes a este e recebem suas devidas recompensas. O rei os incumbe de mais uma missão. O povo de Duna de Cristal morre de fome e sede. O rei pede para que nossos protagonistas busquem um lendário lago, chamado de Lago Verde, que provavelmente eles encontrariam depois de atravessar um pântano chamado de Pântano Vivo. Os heróis aceitam a missão e partem. Assim começa “A Luta por Água”, capítulo 1 da campanha.
Ao chegarem ao Pântano Vivo e caminhar neste algumas horas, os aventureiros tiveram alguns problemas com crocodilos, limos e horrores de vinhas. Superado estes desafios, os aventureiros encontram um anão caminhando no pântano. Eles conversam e o anão esclarece que está atrás de um mal que há dentro do pântano e outro que ameaça o pântano por fora. Assim, este anão, um Xamã, e nossos heróis decidem unir forças. O anão os ajudaria a achar o lago, e eles ajudariam o anão a extinguir o mal que reside no pântano. Assim entra ao grupo o Anão Xamâ chamado Vondal Uku (Jogador Rafael), junto com seu espirito Darrak.

Após este evento, os aventureiros encontram o mal que reside no pântano, se trata de um vilarejo de bullywugs liderados por uma bruxa do brejo. Ao enfrentarem estes, havia também anões negros conhecidos como Duergar. Estes duergar estavam entregando uma carta para a bruxa do brejo. Ao derrotarem a vila de bullywugs, sua líder e os duergar, os heróis descobrem que a carta vem de um homem chamado Madius Flin. Vondal Uku desconfia que este seja o mal que ameaça o pântano. Um mapa que vinha com a carta mostrava a localização de Madius Flin e, coincidentemente, este se encontrava no Lago Verde.


Nossos heróis, com seu mais novo companheiro, seguem para o Lago Verde e saem do Pântano Vivo, encontrando um grande campo verde, onde mais a frente havia uma floresta com longas árvores. Atravessando esta floresta, os aventureiros encontram uma grande fortaleza feita de madeira. Aproximando-se, eles vêem que um grande portão está destrancado, eles entram na fortaleza sem nenhum tipo de receio. Ao entrarem, os heróis encontram três grandes torres com caixas de água no topo, duas torres de guarda nos cantos da fortaleza, além de um armazém, e mais ao longe, encontram um grande lago.

No mesmo momento, o portão se fecha e nossos heróis são emboscados por uma grande quantidade de inimigos. Meio-orcs, bugbears, goliaths, anões e humanos cercam os aventureiros. Estas criaturas parecem ser simples trabalhadoras deste lugar. Além deles, há alguns draconatos guardas. Após um breve tempo de batalha contra estes, outra vez nossos heróis são surpreendidos, elfos arqueiros aparecem nas torres de guarda e atiram suas flechas, e do armazém sai uma eladrin, esta libera suas magias arcanas para atrapalhar nossos protagonistas.

Superando este combate, após um pequeno descanso, o psiônico Hans Silverhands tenta enviar uma mensagem mental para o rei Marco, mas este é frustrado quando o portão se abre outra vez, entrando um veículo movido por combustão interna, sem que nenhum tipo de animal o movesse. Nossos heróis se surpreendem e ficam pasmos com a cena por um pequeno momento. Exatamente o tempo para o veículo entrar, e de dentro dele sair um gnomo e quatro forjados bélicos. O gnomo, conhecido como Madius Flin, grita com ódio para os heróis que eles iriam se arrepender de terem derrotado seus subordinados. Após gritar, ele entra outra vez no veículo. Os forjados bélicos começam a atacar os aventureiros. No calor da batalha, uma porta enorme de aço no veículo de Madius se abre, e de lá sai uma grande criatura de ferro, uma espécie de maquina em forma humanóide movida também por combustão interna, e dentro deste estava Madius pilotando.

Nossos heróis combateram arduamente estes inimigos. A maquina que Madius pilotava atirava projéteis e balas explosivas, além de também usar um lança chamas para queimar os aventureiros.


Após derrotarem a maquina e os forjados bélicos, Madius se retira de seu robô e tenta recuar. Curiosamente, Madius possuía um braço mecânico, ao mesmo tempo em que recuava, atirava pequenos projéteis explosivos em nossos heróis. Madius é derrotado facilmente após sua maquina ter sido destruída.

Assim, agora livres de qualquer perigo, Hans outra vez tenta enviar sua mensagem para o rei, enquanto os outros pilham todo o local. O lâmina arcana Jack Silverblade encontra um envelope com uma carta enviada para Madius. Esta carta está assinada por Lorde Julius, aquele vampiro que foi derrotado anteriormente. A carta na integra:


“Madius Flin, sabendo do seu intelecto e de suas habilidades e capacidade como engenheiro, nós contratamos você e seus mercenários para que extraia toda a água de todas as fontes próximas ou situadas no reino de Duna de Cristal. Você é uma parte importante para nossos objetivos. Caso você cumpra com o que lhe é exigido, além de receber seu pagamento, poderá ser de nossa confiança e fazer parte de nosso grupo quando conseguirmos o que queremos. Ass.: Lorde Julius”


No final desta carta, há três símbolos. Jack reconhece os três. O primeiro é o símbolo que representa Vecna, o maligno deus dos mortos vivos. O segundo símbolo é o brasão do império de Mors. E o terceiro, Jack só conseguiu reconhecê-lo, pois possui alguns conhecimentos históricos, e lembrou que já tinha visto este símbolo em um livro. Jack só relembrou que a figura do símbolo representa uma antiga facção ou seita, mais antiga que os próprios reinos, conhecida como A Ordem dos Imortais. Os membros desta seita cultuavam um deus já esquecido, uma espécie de divindade da morte e da imortalidade. Assim, termina o capitulo 1 desta campanha.
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Amigos, por enquanto é isso, em uma próxima oportunidade postarei a continuação do resumo desta campanha, Guerra Sem Fim, e em seguida, postarei mais detalhadamente os acontecimentos da última sessão.

Até a próxima!


Postado por Del