sexta-feira, 20 de maio de 2011

(D&D 4) Diário de Campanha – Scales of War – Aventura 6: Além da Torre Mosqueada – PARTE 1


Olá Mestres e jogadores de D&D 4ª Edição.

Estamos aqui novamente dano continuidade a nossa nova campanha de Dungeons & Dragons 4E: a Scales of Wars.






=== SINOPSE DE ALÉM DA TORRE MOSQUEADA ===

Nesta aventura, os PdJs recebem uma urgente convocação do Conselho de Anciões de Overlook em nome de Megan Swiftblade, líder dos Cavaleiros da Liberdade. Atendendo ao chamado, os PdJs testemunham a destruição próxima à vila de Talar. Revelações subsequentes os movem para uma perigosa caçada aos responsáveis, antes que todo o Vale Elsir sofra o mesmo destino.

=== OS HERÓIS ===

  • Faber Castell, feral dente-alongado paladino de Pelor (Filho da Misericórdi) – jogador  Rafael;
  • Lúcios, humano mago (sabotador hermético) – jogador Clayton;
  • Jhon, kalashtar paladino de Pelor (hospitalário) – jogador Ramon;
  • Cygnus X-1, forjado bélico guerreiro – jogador Delmiro;
  • Durepox, anão artífice (engenheiro de batalha) – jogador Pit

Nível Atual do Grupo: 11

======A MISSÃO======

Os heróis são enviados pelo Conselho dos Anciões de Overlook até o vilarejo de Talar para se encontrarem com Megan Swiftblade líder dos Cavaleiros da Liberdade, que se escondeu ali após sofrer diversas tentativas de assassinato. Caso os heróis a livrem de seu problema, ela fornecerá o nome de uma pessoa que estava por trás dos planos do General Zithruun que comandou o ataque à Overlook, que os heróis acham que seria Sarshan. Porém algo de muito estranho ataca a cidade logo na primeira noite em que os aventureiros permanecem em Talar.

======OS ENCONTROS======

  1. Desafio de Perícias 1 – As Paredes Estão Caindo: A primeira coisa que fazem ao chegarem ao vilarejo de Talar é se acomodarem em uma estalagem local chamada O Dragão Verde. Enquanto conversavam com os populares locais toda a estalagem foi atingida por um violento tremor e aos poucos ameaçava desmoronar. Os heróis se mobilizaram para salvar todos que lá estavam antes que a estalagem venha toda abaixo.
  1. Encontro 1 – Morte Fluente: Ao escaparem a tempo do desmoronamento os heróis percebem que tal tremor afetou todo o vilarejo de Talar, e que, além disso, uma gigantesca onda de um musgo flamejante semelhante a lava e sangue engole a cidade aos poucos vinda de uma torre mosqueada  localizada no alto de um morro. Tal musgo não é a única ameaça, algumas criaturas bizarras e flamejantes se erguem do musgo e avançam em direção do vilarejo a fim de causar mais destruição. Os heróis não apenas tentam detê-los mas também resgatar uma mulher grávida que teve sua carroça cercada pelo musgo flamejante e em pouco tempo a engolirá.
  1. Criaturas de Caos Atacam o vilarejo.
    Detalhe para a Maçã representando um monstro
    Mulher grávida em perigo
    Os monstros se põe entre a mulher e os heróis
    O forjado bélico abre caminho, porém o Caos Sanguíneo bloqueia seu caminho
    Mas para quem é treinado em Atletismo, isso é sussa
    A bolha se aproxima para atrapalhar
  2. Encontro 2 – Libertos: Após derrotarem as criaturas, os heróis presenciam a torre mosqueada afundando no morro enquanto duas pessoas em seu interior saem pelo telhado para se salvarem. Ao investigarem, descobrem que uma dessas pessoas é Megan Swiftblade¸a pessoa que estavam atrás. Antes de falarem qualquer coisa, ela pede para que os heróis salvem um homem chamado Falrinth proprietário da torre que ficou lá embaixo. Os heróis então entram na torre pelo telhado e chegam a uma sala onde umas criaturas , 2 grimlocks, 2 mezodemônios e 1 corrompido escaparam de suas jaulas e agora, sedentos por vingança, atacam os PJs .
    Entrando na Torre Mosqueada
    Monstros escaparam de suas jaulas!
    Os monstros rapidamente tentam devorar os heróis.
    Combatendo os Mezzodemônios
    Porém não há nada que faça os heróis temer
  1. Encontro 3 – Cavernas do Caos Sanguíneo: Ao encontrarem o velho Falrinth, ele avisa (de modo não muito agradável) que os responsáveis pelo afundamento da torre mosqueada e da liberação do musgo flamejante (que ele o chama de Caos Sanguíneo) por Talar ainda se encontram na torre e aponta um buraco no chão por onde escaparam. O buraco levava até uma caverna antiga onde algumas comportas (agora abertas) liberavam o Caos Sanguíneo para fora. Alguns trogloditas protegiam 2 githyankis e uma bruxa shadar-kai enquanto estes realizavam um ritual para fugirem dali. Os heróis então se apressam para detê-los.
    As cavernas do Caos Sanguíneo, a fonte do problema.
    Os heróis, contudo, não estão sós
    Os responsáveis pela liberação do Caos Sanguíneo no vilarejo.
    Inimiga mortal, esta bruxa shadar-kai dá MUITO trabalho aos heróis
======MINHAS OBSERVAÇÕES======

  • Apesar desta aventura ser a 1ª do estágio exemplar, ela na verdade serve para fechar os acontecimentos da parte heróica da campanha Scales of War. Em Além da Torre Mosqueada, os heróis finalmente enfrentarão Sarshan, o shadar-kai militarista e vilão do arco heróico.
  • Nesta aventura também entraram 2 novos personagens. O anão artífice Durepox, que entrou para substituir a anã sacerdotisa rúnica Pampina pois sua jogadora, a Bolota tinha saído, e o githzerai patrulheiro Greth.
  • Com a entrada de Greth, o grupo agora ficavam com 6 membros.
  • Greth foi introduzido em Talar e se uniu ao grupo para se vingar dos responsáveis pela destruição do vilarejo em que estava morando. Porém, em seu histórico, avisei que ele seria nativo de Akma’ad, uma cidade de githzerais, que apesar de seu jogador, Bruno, não saber, seu personagem será vital para a próxima aventura.
  • O objetivo dos PJs na aventura, era descobrir o nome da pessoa que ajudou o Genaral Zithruun na invasão a Overlook cujo seria revelado por Megan Swiftblade caso os PJs cuidem dos responsáveis pelas tentativas de assassinato que ela sofreu. Mas a esta altura os PJs imediatamente já desconfiaram (ou melhor, tiveram certeza) que se tratava de Sarshan.
  • Lembrando que, quando seus jogadores lembram do nome dos NPCs, quer dizer que as coisas estão indo bem.
  • Megan Swiftblade e seu grupo aliado, os Cavaleiros da Liverdade, apareceu rapidamente nas aventuras anteriores Cerco a Fortaleza Bordrin e em O Templo do Meio (nesta última não na minha campanha).
  • Esta aventura por algum motivo não possui uma lista de tesouros como nas outras aventuras, pesquisando pela net achei um site (em inglês) muito bom sobre a Scales of War e nele seu autor disponibilizou uma lista de tesouros. Para ver o site clique AQUI, para ver a lista de tesouros desta aventura, clique AQUI.
  • Assim como aconteceu no final da aventura passada, dessa vez tivemos outra experiência que mostraria que os personagens são chamados de heróis não apenas por derrotar monstros, mas também por salvar vidas arriscando as suas. O desafio de perícias na estalagem do Dragão Verde demonstrou isso mais uma vez. Os heróis poderiam simplesmente escapar da estalagem, mas não poderiam fazer isso quando há pessoas para serem salvas o negócio muda de figura.
  • O primeiro combate da aventura envolvia um grande número de lacaios o que vez do combate um pouco fácil, a criatura que mais poderia dar trabalho era uma enorme bolha de carne flamejante que atacava com seus tentáculos há distância, e para alcançá-la, os heróis precisariam entrar no fluxo de caos sanguíneo que escorria pelo cenário.
  • Porém, os heróis encontraram uma brecha e conseguiram facilmente derrotar a gigantesca bolha. Na verdade ela caiu com poucos golpes do feral paladino Faber Castell.
  • Outro fator interessante aliás é que além de enfrentar as criaturas, os heróis tinham que salvara uma mulher grávida que ficou cercada pelo Caos Sanguíneo e que seria consumida por ele em poucas rodadas. Quem a salvou foi o forjado bélico guerreiro Cygnus X-1 que o fez de modo bastante heróico.
  • Foi neste combate aliás, que apareceu a primeira criatura de tamanho Enorme (Huge) da campanha (e que foi representada por uma maçã, hehehe).
  • O combate na torre contra as criaturas que escaparam foi bastante simples, um combate normal sem muitas novidades. A única estranheza pra mim aqui foi que novamente apareceram mezodemônios, que apareceram antes na aventura As Minas Perdidas de Karak, porém lá, eles eram de tamanho Grande (e por algum motivo chamados de mezodemônio menores), mas aqui eles reapareceram de tamanho Médio.
  • O combate final dessa primeira parte, contra os githyankis e a bruxa shadar-kai foi MUITO mortífero. O grupo chegou a acreditar que iria acabar em TPK. A bruxa tinhas muitas defesas, e sua aura de escuridão simplesmente inutilizou o mago e um pouco do artífice. O combate foi muito demorado e difícil. Mas com o tempo, ela foi derrotada após MUITO esforço.
  • Porém as coisas ainda não terminavam por aqui, os heróis mesmos no limite entre a vida e a morte ainda tinham que fechar as comportas que liberavam o Caos Sanguíneo no vilarejo. Mas conseguiram fazendo e sobreviveram por muito pouco, parabéns para eles.
E assim termina a primeira parte desta primeira aventura do estágio exemplar. Na próxima parte, a caçada final contra Sarshan começará.

Até a próxima pessoal.

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terça-feira, 17 de maio de 2011

(D&D) Miniaturas de Papél Para Download (MUITAS, MUITAS mesmo)


Olá Mestres e jogadores de Dungeons & Dragons.

Desde o dia que comecei e narrar o D&D 4E, na época de seu lançamento no Brasil, eu comecei a desenvolver algumas miniaturas para utilizar em minhas aventuras. Miniaturas simples, que eu produzia colhendo as imagens dos personagens da internet e os montavam em programas simples como o World e o Paint (quem precisa de Photoshop? Hehehe) e as imprimia numa gráfica.

Certa vez eu escrevi um passo-a-passo de como eu fazia minhas miniaturas para que vocês possam fazer também em casa. Para ver, clique AQUI.

O que acontece é que eu sempre deixava guardado aqui no computador todos os arquivos com as miniaturas que produzi até agora, então gostaria hoje de compartilhá-las com vocês. São 28 arquivos em PDF para você imprimir, recortar, montar e colar.

Eu aconselho vocês que imprimam numa gráfica, em papel A4, couché, fosco, 80, que é o modelo que eu utilizo para imprimi-las. É um papel mais resistente. Aqui onde imprimo, cada página sai por 2 reais.

Agora eis os link para baixar as miniaturas.


 
 
 
 
 
 
 

Até a próxima pessoal.

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

(BOARD GAME) CAVE TROLL – RESENHA COM FOTOS


Olá Mestres e jogad...

Opa pera lá!!! O assunto de hoje não envolve D&D 4E, Dungeons & Dragons ou muito menos RPG. Voltemos a falar de Board Games!!!

O board game que eu gostaria de lhes apresentar hoje é bem mais leve e rápido que os dois que eu apresentei aqui antes. Estou falando do Cave Troll.


O Cave Troll foi criado por Tom Jolly e teve sua segunda edição lançada pela Fantasy Flight Games em 2006. O Cave Troll é um jogo de estratégia de dominação de áreas. Para se ter uma idéia de como é o jogo, ele seria como uma mistura de Xadrez com War.

Antes de começar uma partida de Cave Troll, cada jogador escolhe um grupo de heróis e um grupo de monstros de uma cor: amarelo; vermelho; azul e verde (que são as peças do jogo), e pega o baralho de cartas correspondente a sua cor. Todos os jogadores possuem o mesmo número de peças e o mesmo número de cartas que são iguais aos dos outros jogadores. Além disso, um pequeno baralho de artefatos é embaralhado em colocado próximo ao tabuleiro ao alcance de todos para serem escolhidos durante a partida.

O tabuleiro representa uma masmorra dividida em 4 escadarias de entrada, 3 fossos e diversas salas onde cada uma possui um custo em moedas de ouro. Vence o jogo aquele que possui mais moedas de ouro no final. Para conquistar as moedas, basta ser o jogador que possui mais peças naquela sala.

Como no xadrez, cada jogador possui as mesmas peças na mesma quantidade, só que em cores diferentes. E também como no xadrez, cada uma dessas peças possui uma habilidade única que apenas ela pode realizar no jogo. As peças são:

- 9 aventureiros
- 1 bárbaro
- 1 anão
- 1 cavaleiro
- 1 ladra
- 1 Troll da Caverna
- 1 Orc
- 1 Aparição
- 1 Baú do Tesouro

Além disso, cada jogador contém um baralho de cartas contendo as mesmas cartas na mesma quantidade que os demais jogadores. Cada jogador começa o jogo com uma carta e sempre que puxar uma carta do deck ele deve escolhe a que ele puxou ou a que ele estar em sua mão e usar uma delas descartando-as depois. As cartas permitem o jogador fazer o seguinte:

- Colocar uma da suas peças em jogo (heróis aparecem em uma das 4 escadarias, os monstros aparecem em um dos 3 foços).
- Colher os tesouros de uma sala
- Achar um artefato

Na sua vez de jogar, cada um dos jogadores pode realizar 4 ações em seu turno, que podem se repetir, essas ações são:

- Puxar uma carta do deck e baixá-la ou baixar a que estava em sua mão.
- Mover uma peça 1 sala
- Usar a habilidade de um herói ou monstro
- Usar um artefato

Então assim, no seu turno você poderia por exemplo puxar e baixar uma carta (1 ação), mover uma peça sua no tabuleiro 2 salas (2 ações) e usar a habilidade do seu orc que está em jogo (1 ação). Você sempre pode alterar essas ações para realizar a melhor jogada que você achar necessária, sendo tendo como objetivo ser o jogador na mesa que no final vai acumular mais ouro na contagem.

Basicamente o Cave Troll é um jogo totalmente estratégico, sem o envolvimento da sorte. Você sempre deve estar atento em qual passo fazer em seguida uma vez que a sua estratégia de ganhar o jogo mude completamente na vez dos adversários. Até mesmo na hora de encerrar o jogo (na qual um dos jogadores puxar a última carta de seu deck) se você for o jogador que puxou a sua última carta, você deve analizar cuidadosamente sua situação no tabuleiro caso pretenda fazê-lo. Um amigo meu por exemplo, achando que ia ganhar ao puxar sua última carta no deck, acabou perdendo para outro jogador por 1 moeda de diferença.

Outra grande sacada do jogo, é que existem duas formas de jogá-lo. Além do jogo básico, o manual de regras ainda apresenta uma versão alternativa da função de cada uma das peças, ou seja, cada herói ou monstro possui outras habilidades. Imagine por exemplo no xadrez, cada peça possui outros modos de movimento, como por exemplo, a torre agora só se move na diagonal e uma casa pra frente no final do movimento. Essas regras alternativas do Cave Troll exigem mais ainda a utilização da estratégia pois cada herói ou monstro estão mais poderosos.

O board game Cave Troll, assim como todos os jogos da Fantasy Flight Games, não desaponta em questão visual, o jogo é muito atrativo visualmente falando, certa pessoa de fora que observa o jogo poderia se interessar por ele por causa disso. Cada uma das pecinhas do jogo são miniaturas de seus personagens, tornando assim fácil sua identificação. O tabuleiro também é bastante bonito, transmitindo o clima do ambiente do jogo.

O Cave Troll com certeza vai agradar a muita gente, principalmente aqueles que amam xadrez. O jogo possui uma caixa pequena, do tamanho de um livro grosso, facilitando assim o seu transporte, e ele é bem divertido para passar o tempo, uma vez que suas partidas são rápidas. Mas acredito que após pouco tempo jogando direto ele pode se tornar um pouco enjoativo. Então acho que ele seria bom para umas partidas aqui e acolá.

O Cave Troll pode ser jogado de 2 a 4 pessoas, é indicado para pessoas acima de 10 anos e o tempo médio de uma partida é de 20 a 40 minutos.

=== VEJAM OUTRAS RESENHAS MINHAS DE OUTROS BOARD GAMES ===


Confiram agora algumas fotos do Cave Troll.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Até a próxima pessoal.

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

(D&D 4E) Classe Vampiro do Heroes of Shadows - Personagens Prontos


Olá jogadores e Mestres de D&D 4E.

Recentemente nos EUA, foi lançado o suplemento mais polêmico do D&D 4E, o Heroes of Shadows. Quando este livro foi anunciado, todos pensavam tratar-se de um Player´s Handbook 4 disfarçado com outro nome, onde seria apresentado uma nova fonte de poder, o Shadow, e suas classes: O Assassino, o Hexblade e o Necromante.

A primeira polêmica foi provocada pelos fãs assinantes do D&D Insider, pois no livro viria a raça Revenant e a classe Assassino, ambas já lançadas dentro do D&D Insider e prometidas como exclusivas dos assinantes. A segunda polêmica foi quando a Wizards começou aos poucos lançar detalhes de seu conteúdo, e para a surpresa dos fãs, o Heroes of Shadows seria um suplemento voltado para o D&D Essentials em vez do D&D 4E classic.

O D&D Essentials não agradou a maioria dos fãs, que a classificavam como uma “D&D 4.5”, então dá pra se imagina a decepção que todos tiveram com o Heroes of Shadows antes mesmo de ser lançado. Decepções a parte, o livro trás um conteúdo de certo modo interessante para o D&D Essentials: personagens que flertam o a fonte e poder Shadow.

Porém, não é uma resenha do Heroes of Shadows que eu vim tratar aqui, mas sim explorar um pouco da terceira polêmica que este livro gerou: Vampiros como sendo CLASSE de personagem.

Sim, isso mesmo, o Heroes of Shadows trás para nós uma nova classe, o Vampiro. Mas opa, pêra lá, o esperado mais comum não seria que Vampiro fosse uma raça? Ou quem sabe até mesmo um modelo (template)? Provavelmente sim para milhões de cabeças pelo mundo, mas não para o pessoal da Wizards, que resolveu transformá-lo numa classe de personagem.

Agora que o livro foi lançado, já podemos conferir como a classe nova funciona. Praticamente, os autores quiseram fazer com que o vampiro clássico da literatura fosse representado aqui para que os jogadores pudessem ser um. Não como uma raça, mas sim você “evoluindo” como um vampiro, começando com poderes simples até ter acesso a poderes assombrosos em níveis mais altos.

Enfim, novamente polêmicas a parte, o que está feito está feito, basta você ver se aceita em sua mesa ou não, como em qualquer outra ocasião, ser cabeça aberta e aceitar numa boa ou se indignar e boicotar tranquilamente algo que você não concorda.

Se você está curioso de saber como é essa nova classe VAMPIRO, tive a liberdade de criar aqui três personagens vampiros, se você não sabe ler em inglês não tem problema, as três fichas estão em português.

O primeiro personagem, Sorbek, é bem comum, apenas para se ter uma idéia da classe. Os dois últimos personagens, Lúgrube e Matias, são personagens experimentais, apenas para ver as possibilidades de misturas de raças coma classe para ver algumas bizarrices que poderíamos encontrar. No caso um Forjado Bélico e um Shardmind vampiros!!!

==== SORBEK DA ROCHA SANGRENTA ====

Sorbek foi um iniciado na ordem de Moradin, discípulo do grande invocador Tordekerin. Certa noite tempestuosa, o templo da Sagrada Ordem do Martelo, lar recluso dos oradores da ordem foi invadido por uma grande massa de mortos vivos e mercenários liderados pelo humano vampiro Aldebaran, inimigo jurado de Tordekerin que o enfrentou diversas outras vezes no passado. Com a vitória do vampiro, a Sagrada Ordem do Martelo foi totalmente destruída naquela noite e Tordekerin foi morto pelas próprias mãos de Aldebaran. Tendo Sorbek da Rocha Sangrenta como único sobrevivente do ataque, e último discípulo vivo de Tordekerin, o vampiro Aldebaran resolveu depravar o legado de seu inimigo apenas por diversão e o fez transformando Sorbek em um vampiro e o abandonou pelo mundo deixando-o apenas com sua sorte e força de vontade para sobreviver.

Porém Sorbek contou com algo a mais que Aldebaran não imaginaria: a Fé. Graças a sua devoção em Moradin, Sorbek conseguiu sobreviver e se adaptar a sua nova forma de morto-vivo, aprendendo a controlar seus poderes sombrios. Hoje em dia, Sorbek busca um grupo de aventureiros que possam aceitá-lo, e juntos, ficarem fortes o bastante para que possam enfrentar Aldebaran.

==== LÚGRUBE ====
(FICHA: http://www.4shared.com/document/z3qlCcJE/Lgrube__nvel_1_.htmlhttp://www.4shared.com/document/z3qlCcJE/Lgrube__nvel_1_.html )

Durante uma exploração a um antigo e gigantesco laboratório arcano nas profundezas de uma caverna, um clã de vampiros encontrou uma das raras Forjas da Criação, artefato arcano que foi responsável pela fabricação dos forjados bélicos durante uma grande guerra no passado. Após encontrarem a fórmula para a criação dos forjados, os vampiros começaram a criá-los para servirem como guardiões de seu novo covil de operações.

Alguns desses forjados, foram utilizado por alguns vampiros arcanos do clã para um ritual sombrio explorando a mesma fonte de poder que dava força aos vampiros. Após algumas tentativa na qual todas falharam, apenas a última obteu êxito, foi criado o primeiro forjado bélico vampiro, nomeado de Lúgrube.

Amaldiçoado com a necessidade de se alimentar de sangue para sobreviver, Lúgrube foi treinado e instruído pelos vampiros anciões do clã para caçar e se esconder. No começo, Lúgrube servia como agente para os vampiros, realizando pequenos deveres pelo mundo, porém hoje, Lúgrube foi dispensado de seus deveres foi aceito como um igual entre eles, apesar de alguns dos vampiros não concordarem. Lúgrube percorre o mundo, cometendo atos malignos em nome de seu mentores afim de expandir seu domínio sobre o mundo.

==== MATIAS ====

A origem de Matias se originou em outro plano, o Mar Astral. Matias é um framental, uma criatura formada por diversos fragmentos cristalinos translúcidos animados por pura energia psíquica. Os fragmentais foram originários da destruição do Portal Vivo que mantinha a influência do Reino Distante afastada do mundo, hoje em dia o portal é mantido fechado graças ao poder da deusa Ioun. E foi graças a Ioun que os primeiros fragmentais vampiros foram criados.

Tudo foi parte do engenhoso plano de Vecna, deus dos mortos vivos, da necromancia e dos segredos. Vecna conseguiu convencer e enganar sua rival em um plano que favoreceria em ambos os lados. Ávida pelo conhecimento e instigada pela emoção, suas principais virtudes (e falhas de acordo com Vecna), ambos os deuses compartilharam seus poderes para a criação dos primeiros (e até agora únicos) fragmentais vampiros.

Vecna a explicou que a imortalidade, sabedoria e convicções dos fragmentais poderiam ser conservados como mortos-vivos, uma vez que quando um fragmental morre, outro é criado, porém seu conhecimento e devoções são perdidos. Assim, como vampiros, tais fragmentais poderiam ser bastante eficientes da reconstrução do Portal Vivo e assim acabar de vez com a influência do Reino Distante no mundo.

Porém, nem todos os segredos são revelados totalmente por Vecna. Graças a isso, esses novos vampiros imortais tinham outros objetivos diferentes do que a reconstrução do Portal Vivo, Vecna planejava criá-los para demonstrar ao mundo que seu poder necrótico era absoluto e que afetava todas as coisas, e assim conseguir mais seguidores para aumentar seu poder. Porém não se pode enganar totalmente a deusa do conhecimento e da sabedoria, pois Ioun também exerceu sua influência sobre esses fragmentais vampiros, e os criou independentes, imparciais e com livre arbítrio. E assim, mesmo tendo sido criados graças aos poderes de Vecna, eles ainda poderiam ser voltar e a lutar contra ele e seus a seguidores.

O fragmental Matias é um desses vampiros, totalmente tocado pelo bem, Matias se considera um amaldiçoado por Vecna e busca vingança contra ele.

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