terça-feira, 25 de janeiro de 2011

(D&D 4E) SCALES OF WAR - ANIVERSÁRIO DE 1 ANO DA MINHA CAMPANHA


Olá jogadores e Mestres de D&D 4E.

Ontem, segunda feira dia 24/01/2011 foi um dia um pouco especial para mim, pois neste dia eu e meus jogadores comemoramos 1 ano da campanha de D&D 4E: Scales of War. Campanha que pode ser encontrada na Dungeon Magazine que tem como objetivo levar os heróis do nível 1 ao nível 30.

Durante este 1 ano os personagens: derrotaram o líder de um exército orc, ganharam estátuas na cidade, foram caçados, visitaram o Pendor das Sombras, foram vendidos como escravos, libertaram escravos, invadiram castelos lotados de monstros, escaparam da destruição de uma cidade pelo magma, interromperam planos de invasão, fizeram novos aliados, viajaram pelo deserto, libertaram uma cidade da tirania, encontraram uma mina perdida, conheceram um velho louco rodeado por pássaros, desceram até as profundezas do subterrâneo, descobriram o que causou a morte de um clã de anões inteiro, lutaram contra demônios, mataram a Rainha das Terras Secas, resgataram amigos seqüestrados, tiveram suas cabeças a prêmio, ajudaram uma espada falante, viajaram até um antigo forte githzerai, lutaram contra uma matilha inteira de gnolls, derrotaram um gnoll devoto de Yeenoghu, fecharam um portal para o Caos Elemental, investigaram uma trama religiosa na cidade, resgataram um sumo sacerdote de Moradin, descobriram um novo vilão, perseguiram o vilão, visitaram um antigo templo abandonado de Moradin, lutaram contra trolls, lutaram contra seres feéricos, fugiram de desmoronamentos, salvaram a vida de um anão azer, descobriram um plano de invasão, alertaram a cidade, elaboraram estratégias para a defesa da cidade, ajudaram na defesa da cidade, lutaram e venceram de um dragão, derrotaram um general githyanki e sua montaria, um dragão vermelho morto vivo, salvaram a cidade, viraram heróis!!!

Neste 1 ano, fechamos com chave de ouro o estágio heróico do jogo e ingressamos no estágio exemplar. A diferença entre os estágios foi sentida, um salto grande foi dado. Para comemorar, saímos hoje até uma pastelaria para comemorar e conversar sobre (além de claro, comer pastéis)

Retornaremos com nossa campanha apenas próxima semana, dia 06/02/2011, com a segunda parte da campanha Scales of War, hora de vivenciarmos o estágio exemplar de rumo ao ÉPICO!!!

Acompanhem aqui pelo blog os Diários de Campanha (que eu confesso, um pouco desatualizados), para saber como foi nossa experiência nessa magnífica campanha.

Até a próxima pessoal.

RPG.Blogs

sábado, 22 de janeiro de 2011

(D&D 4) Diário de Campanha – Scales of War – Aventura 4: O Covil do Destruidor – PARTE 2

Olá Mestres e jogadores de D&D 4ª Edição.

Estamos aqui novamente dano continuidade a nossa nova campanha de Dungeons & Dragons 4E: a Scales of Wars.

AVENTURA 1: CERCO À FORTALEZA BORDRIN

Parte 1, Parte 2, Parte 3

AVENTURA 2: A FENDA SOMBRIA DE UMBRAFORGE

Parte 1, Parte 2, Parte 3

AVENTURA 3: AS MINAS PERDIDAS DE KARAK

Parte 1, Parte 2, Parte 3

AVENTURA 4: O COVIL DO DESTRUIDOR

Parte 1

SINOPSE DE O COVIL DO DESTRUIDOR

Nesta aventura, os heróis são chamados de volta a Brindol por uma surpreendente convocação que os responsabiliza por uma missão a um forte githzerai abandonado. Pelo caminho, eles devem lidar com caçadores de recompensa contratados por um velho inimigo, e confrontar uma desprezível matilha de gnolls que aterroriza o Vale Elsir.

OS HERÓIS

  • Faber Castell, feral dente-alongado paladino de Pelor (jogador Rafael);
  • Noel Rosa, humano bardo (jogador Zimmer);
  • Lúcios, humano mago (jogador Clayton);
  • Jhon, kalashtar paladino de Pelor (na verdade Amoth) (jogador Ramon);
  • Paupina, anã sacerdotisa rúnica (jogadora Bolota)
  • Cygnus X-1, forjado bélico guerreiro (jogador Delmiro)

Nível Atual do Grupo: 8, terminando a aventura no 9

A MISSÃO

Os aventureiros viajam até a cidade de Brindol onde recebem a missão de levar a espada falante Amyra até um antigo forte githzerai e lá realizarem um ritual para devolver à espada sua verdadeira forma. Porém hoje o Forte da Rocha Cinzenta foi tomado por uma matilha de gnolls liderada pelo demoníaco gnoll Fangren, que deseja realizar um ritual para o seu demoníaco deus Yeenoghu.

OS ENCONTROS

  1. Encontro 4 – Armadilha Mental Githzerai: Após eliminarem os primeiros gnoll sentinelas na escadaria, o grupo finalmente entra no forte e se depara com mais gnolls, porém o local da batalha é uma verdadeira armadilha labiríntica. A sala contém diversos portais que levam para uma segunda sala e esta contém portais que retornam para a primeira sala, apenas um destes portais leva ao restante do forte porém os portais alteram de posição sempre que alguém entra. Os gnolls apesar de também estarem presos na armadilha, tentam utilizar os portais para confundir os PJs.
  2. Encontro 5 – Ponto de Empacotamento: Depois de atravessarem o portal certo na primeira câmara os heróis prosseguem pelo forte até a próxima sala que encontram. Ao chegarem vêem que a sala está sendo utilizada nesse momento como um local de treinamento para alguns gnolls, um shadar-kai treina os gnolls no uso de algumas armas de lâminas estranhas.

  3. Encontro 6 – Câmara de Treinamento Githzerai: Após vencerem os gnolls e o shadar-kai na sala anterior, os heróis retornam até está sala na qual haviam deixado para trás, é uma sala estranha que contém uma cachoeira cuja água cai numa plataforma há alguns metros de altura, a plataforma contém dois diques que derramam a água para alguns canais no piso do aposento, os diques ficam se revezando, hora um abre, hora outro. O local era utilizado como uma antiga sala de treinamento para os githzerai. Na sala, alguns gnolls de aparência demoníaca montados em hienas gigantes mais demoníacas ainda aguardam a chegada dos PJs e os atacam seguindo as ordem do xamã posicionado no fundo da sala.

  4. Encontro 7 – O Ataque de Thorn: Os heróis decidem descansar na câmara de treinamento githzerai após derrotarem os gnolls caso queiram continuar a explorar o local com vida. Porém o descanso é interrompido pela chegada do elfo caçador de recompensas Thorn que deseja o prêmio ofertado pela cabeça dos PJs. Thorn ataca com algumas de suas estatuetas mágicas, esperando que os PJs estejam exaustos após os diversos combates que travaram. Porém Thorn subestimou a capacidade dos PJs e acabou sendo derrotado.
  5. Encontro 8 – Câmara de Rituais: O elfo Thorn é poupado pelos PJs e em troca ele revela uma passagem secreta para os PJs. A passagem os leva até a câmara de rituais que deveriam levar a espada Amyria e completar sua missão. Na passagem secreta, encontram o forjado bélico Cygnus X-1, último membro de um grupo de aventureiros que foram seqüestrados pelos gnolls, e agora une-se ao grupo. Na câmara de rituais, presenciam o líder gnoll Fangren no meio de um ritual macabro, diverso gnolls o auxiliam. Os heróis interrompem o ritual de Fangren e após uma difícil batalha, eliminam por vez o bando de gnoll da Presa Maligna.
  6. Desafio de Perícias 4 – Fechando o Condutor: Com os gnolls eliminados na câmara de rituais, incluindo o líder gnoll Fangren, os PJs ainda tem que lidar com o turbilhão condutor de energia para o Caos Elemental cujo o gnoll Fangren desejava controlar. Para fechá-lo, os Pjs tiveram que lhe dar com este desafio de perícias que envolveu tanto domínio arcano, religioso e físico por parte dos heróis.
  7. Cena Interpretativa: Agora com a câmara de rituais limpa, sob o comando da espada falante Amyria, os PJs iniciam o ritual para restaurá-la para sua verdadeira forma. No final do ritual a espada Amyria toma forma de uma linda deva, que apesar de voltar a sua forma verdadeira, parece não se lembrar muito do que ocorreu.
  8. Encontros 9 e 10 – Câmara de Meditação: Com os gnolls eliminados os PJs decidem explorar o restante do forte e acabam por chegar em uma câmara estranha que antes era utilizado pelos githzerai como um local de meditação. Porém com a perturbação do local dois githzerai espectrais e três formas translúcidas formadas de emoções indomadas assumem forma e atacam os PJs. Porém durante o combate, os últimos gnolls sobreviventes do clã da Presa Maligna os encontram e decidem entrar na briga também, porém os PJs acabam por jogá-los contra os githzerai espectrais que força os gnolls a combatê-los se quiserem sobreviver.
  9. Final: Com a deva paladina Amyria tendo retornado a sua forma verdadeira, ela não consegue se lembrar muito do que está ocorrendo, ela agradece aos PJs e pede para que a guiem até a cidade de Overlook, pois ela acredita ter algo a resolver por lá. E assim encerra-se mais uma aventura da campanha Scales of War.

MINHAS OBSERVAÇÕES

  • Nesta segunda parte da aventura tivemos o retorno do jogador Delmiro, que construiu um ótimo forjado bélico guerreiro impetuoso (do Poder Macial), sem dizer que ele fez o personagem totalmente mudo. Porém, graças as habilidades telepáticas de Jhon, o kalashtar paladino de Pelor, ele era o único no grupo que conseguia se comunicar normalmente com o forjado bélico.
  • O encontro 4 parecia muito divertido de se conduzir, com portais que se alternavam o tempo todo e assim confudia os PJs, que não saberia onde iriam aparecer caso os atravessa-se. Na verdade o encontro foi bem divertido para mim, o Mestre, mas acho que não agradou muito aos PJs que o consideraram bastante chato. Mas foi uma experiência interessante de qualquer forma.
  • O encontro 5 foi um encontro simples, e com muitos lacaios, o que o acabou deixando um pouco rápido. Apenas lamento que não pude aproveitar muito o shadar-kai mestre de armas, que conseguia roubar as armas dos PJs e lutar com elas. O que seria divertido para mim se não o tivessem matado rápido.
  • O encontro 6, na câmara de treinamento githzerai possuía uma característica bastante interessante, os canais de água no piso da sala podia conduzir os heróis e monstros pelo local caso se encontrassem acima deles. O combate também foi divertido, e o gnoll invocador de criaturas também foi assustador para os PJs.
  • O encontro 7 marcou o retorno do elfo caçador de recompensas Thorn que no final da primeira parte desta aventura foi confirmado como um vilão. Ele aguardou que os PJs travassem diversos combates para que assim ele pudesse atacar quando eles estivessem fracos. Ele começou dominando bem o combate, graças a sua posição longe do alcance da maioria dos PJs, porém Lucius, o humano mago conseguiu teleportar o elfo para perto dos PJs, o que provocou sua derrota.
  • Tivemos uma ótima cena interpretativa entre os PJs sobre o que fazer com o elfo Thorn, onde eles puderam expressar bem a tendência de cada um deles, com o humano mago Lucius tentando matar o elfo a todo custo (inclusive arrancando o olho do elfo com magia) e os demais tentando impedi-lo.
  • O elfo Thorn acabou deixando para trás dois itens mágicos na qual eu adoraria muito de vê-los funcionando em jogo, trata-se de duas estatuetas que virariam criaturas para lutar ao lado dos PJs, porém o pessoal não gostou muito delas e acabaram vendendo-as.
  • O combate contra o líder gnoll Fangren na câmara de rituais também teve seu charme, aliás era o combate contra o vilão da aventura. O combate tinha muitos lacaios, mas mesmo assim tamanho era o poder dos outros inimigos que assustou os PJs. O comabte começou sendo dominado pelos vilões, mas depois a sorte pendeu para o lado dos PJs.
  • Foi neste combate aliás que pudemos presenciar pela primeira vez o novo combo do personagem Lucius, o humano mago. Ele nos mostrou que as magias Invocar Sucubus e Pilar Tempestuoso combinadas podem ser MUITO destrutivo, ele praticamente conseguiria causar no mínimo uns 80 de dano em um inimigo a cada rodada. Dano pouco não é. Hehehe.
  • Após o ritual, na qual devolveu sua forma verdadeira à deva paladina Amyria, pela primeira vez na campanha pude presentear os PJs com alguns pergaminhos de rituais, que estavam contidos no grimório que Amyria forneceu ao grupo.
  • Os encontros 9 e 10 deveriam ter acontecido antes dos PJs terem entrado na câmara de rituais, mas eles acabaram encontrando a passagem secreta antes. Então eles só tiveram esses combates após a luta contra o vilão, quando resolveram explorar o restante do forte.
  • Resolvi juntar os 2 encontros (o 9º e o 10º) em apenas um só, para poupar tempo. Porém, eles eram muito chatos, acredito que nem eu nem os PJs tenham gostado deles, mas apenas os conduzi para que os PJs possam ganhar mais XP.

E aqui acabamos a aventura O Covil do Destruidor, assim como mais uma aventura da campanha Scales of War. A sessão se encerrou com os aventureiros escoltando a deva paladina Amyria de volta a cidade de Overlook. E agora com mais 2 companheiros no grupo: a anã sacerdotiza rúnica Paupina e o forjado bélico guerreiro Cygnus X-1.

A próxima aventura, O Templo do Meio, mostrará os PJs nos passos finais do estágio heróico e sua entrada triunfante no estágio exemplar. E também contará com uma trama ocorrendo bem debaixo dos narizes dos moradores de Overlook.

Até a próxima parte pessoal.

RPG.Blogs

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

(Boardgame) Castelo Ravenloft – Resenha e Fotos


Olá Mestres e Jogadores de D&D 4E e também de Boardgames.

(Lembrando pessoal, que boardgames no bom e velho português seria “jogos de tabuleiro”)

Há alguns meses, adquiri na cagada o novo boardgame da Wizards of the Coast (ou seria o primeiro?), ou melhor dizendo, o novo boardgame de Dungeons & Dragons. Falo do Castle Ravenloft Boardgame.

O jogo já me chamou a atenção desde que foi anunciado no início-metade de 2010, basicamente na época tudo o que eu sabia era que se tratava de um jogo de tabuleiro, ambientado no Castelo Ravenloft, na qual o jogo transmitiria uma espécie de tensão (mas acho que a palavra que utilizaram foi “medo”) nos jogadores e que no jogo os monstros cada vez se aproximavam mais dos personagens.

Vamos analizar isso e o jogo, mas antes vamos falar mais um pouco dele, numa espécie de mini-resenha:

=== O QUE VEM NO JOGO? ===

O jogo Castle Ravenloft, possui regras inspiradas nas regras do D&D 4E, basicamente seria uma simplificação bem simplificada mesmo das regras da4E, o jogo é visualmente bonito, colorido (Ravenloft colorido?) e pesado. Sua caixa é maior do que as dos jogos de tabuleiros mais conhecidos aqui no país, lembra uma caixa de bolo. Diferente da maioria dos jogos o Castle Ravenloft é um jogo cooperativo, ou seja, os jogadores não jogam contra si, mas sim unidos com o intuito de vencer um desafio proposto pela partida. O jogo permite de 1 a 5 jogadores (sim, você pode jogar sozinho!)

O jogo trás diversos “Dungeons Tiles” em formato de quebra-cabeça, com o intuito que a masmorra vá se formando quando os jogadores a exploram. Isso permite o “efeito Diablo”, onde cada partida o mapa seja diferente. Completando os Dungeons Tiles também temos diversas miniaturas. Muitas miniaturas, representando os heróis e os diversos monstros. As pinturas seguem o padrão das miniaturas oficiais do D&D, porém não são pintadas, o que é uma pena.

Um destaque é para a miniatura do Dracolich. Apesar de eu ter preferido as dos kobolds, hehehe.

O jogo apresenta 5 personagens prontos para jogar, já com fichas prontas, e da mesma forma que as regras, as fichas são bem simplificadas. Temos 1 anão clérigo, 1 draconato guerreiro, 1 humana ladina, 1 humana ranger e 1 eladrin mago.

Cada um dos heróis possui seus poderes que podem ser escolhidos no inicio do jogo pelos personagens, os poderes de cada um são em formatos de cartas. Por falar em cartas também temos 3 baralhos, o baralho de monstros define os monstros aleatórios que aparecerão no caminho dos heróis, o baralho de tesouros representa os tesouros que os heróis recebem por matar os monstros e finalmente o odiado baralho de encontros que representam os desafios que os personagens encontram durante a exploração do Castelo Ravenloft.

O jogo também apresenta diversos tokens para praticamente tudo que acontece no jogo, token para armadilha, token para efeitos de magias, tokens para os Pontos de Vida, tokens para caixões, dano, sol, tempo, itens. Token para tudo, o que exige certa atenção pois muitos são pequenos e fáceis de perder (o cachorro do meu amigo jah dilacerou um token de Pontos de Vida).

E para finalizar, o jogo já vem com 13 aventuras prontas para jogar, 2 ou 3 delas seria para apenas um jogador (se lembra que eu disse que você podia jogar sozinho)? Porém na internet você pode tentar encontrar mais algumas aventuras prontas para o jogo, no final do post há um link com 2 aventuras extras para o jogo que você pode baixar gratuitamente.

=== COMO É O JOGO? ===

Bom, como eu citei antes, quando anunciaram o jogo disseram: “o jogo transmitirá uma espécie de tensão (mas acho que a palavra que utilizaram foi “medo”) nos jogadores e que os monstros cada vez se aproximavam mais dos personagens no decorrer do jogo”.

Isso é mais ou menos verdade.

O jogo Castle Ravenloft possui um potencial muito grande para ser um jogo difícil, é fácil perder no jogo: perde-se quando pelo menos UM dos heróis morrem e não possui mais tokens de pulsos de cura sobrando (o GRUPO possui apenas 2 de pulsos de cura tokens durante toda a aventura). Outro fator que contribui para este fato, é que de maneira alguma o jogo fica parado ou estático, SEMPRE vai acontecer alguma coisa o TEMPO TODO, não adianta ficar parado. O pior de tudo isso, é que em muitas vezes você vai sentir seus pontos de vida diminuindo numa velocidade incrível.

O que preocupa mais no jogo, nem seria os monstros em si, apesar de ter muitos deles que são bastante chatinhos, mas sim seriam as cartas de encontros. As tais cartas, simulam alguns encontros aleatórios não combativos durante a exploração dos heróis no Castelo Ravenloft, são essas cartinhas que movimentam mais o jogo, e também são as mais preocupantes. Felizmente, o jogo possui um sistema que o permite descartar uma carta de encontro que você tirou, mas para isso você precisa gastar pontos de experiência, que são adquiridos quando um monstro é derrotado, então, deve-se pensar muito bem antes de querer descartar uma carta de encontro, pois outras piores poderão vir e você não terá pontos de experiência o bastante para descartá-la no final.

Porém, depois das várias partidas em que joguei, acabei notando um fato sobre o jogo. O fato seria que o jogo ele é ou 8 ou 80. Algumas partidas são extremamente fodas de se vencer, porém outras as vezes, talvez por sorte, acabam sendo fáceis demais. Peguemos a primeira aventura do jogo destinada de 2 a 5 jogadores, eu já joguei ela diversas vezes, em algumas a morte foi certa, em outras ela foi fácil demais, tão fácil que no final ficou aquele clima de “ué!? Já acabou? Foi só isso?” Uma outra aventura na qual eu achei um pouco frustrante foi a que deveríamos matar o dracolich, um dos vilões mais fodas do jogo. Simplesmente fizemos dele uma piada.

No fórum da Wizards, há um espaço dedicado ao jogo, lá eu pude encontrar algumas regras caseiras para o jogo criadas pelos membros do fórum, algumas achei interessante. Veja o link abaixo para acessa o fórum.

Infelizmente, o jogo não possui nenhuma expansão, e nem saberemos se ele o terá. Aqui, sentimos uma necessidade de mais personagens de outras classes. Porém felizmente, agora em fevereiro de 2011 sejá lançado o jogo-irmão do Castle Ravenloft, trata-se do Wrath of Arshadalon, que acredito eu, seria um jogo igual, com as mesmas regras, porém com uma ambientação diferente e monstros diferentes (e espero que classes diferentes). Assim que sair eu pretendo adquiri-lo, se eu o conseguir farei uma resenha dele aqui também.

Mas no fim, se vocês tiverem a oportunidade de jogar, eu aconselho duas aventuras que eu achei excelentes, que seria a aventura 5: The Final Transformation e a aventura 12: The Hunt for Stradh, Part 1. Em ambas eu até agora nunca consegui vencê-las, e elas são interessantes de se jogar.

Por fim é isso pessoal, o jogo é sim bastante divertido, me satisfez. Você precisa de uma mesa grande para jogar, pois você precisará de muito espaço, tanto para você quanto para o mapa da aventura que vai se expandindo aos poucos. Também é aconselhável jogar em um ambiente fechado ou com pouco vento, pois as cartinhas voam fácil, e uma última dica, CUIDADO com as peças, muitas são bem pequenas.

Fiquem agora com alguns links interessante sobre o jogo (basta clicar para acessar):

Compre agora o Castle Ravenloft Boardgame

Fórum da Wizards sobre o Castle Ravenloft Boardgame

2 aventuras inéditas para o Castle Ravenloft Boardgame

Vídeo: Castle Ravenloft Boardgame Unbox

Fique agora com algumas fotos do jogo (observação: algumas dessas fotos foram tiradas pelo meu amigo Erivas, são fotos sobre o jogo, não sobre minhas partidas).


Até a próxima pessoal.

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