quarta-feira, 26 de agosto de 2009

(D&D 4) Poesias Para Bardos


Olá Mestres e jogadores de Dungeons & Dragons 4ª Edição.


Era uma vez uma classe de personagem muita querida por uns e até que odiada por outros, estou falando do Bardo, desde o Advanced Dungeons & Dragons, ou simplesmento o AD&D, o bardo foi introduzido no universo de Dungeons & Dragons. Desde os primórdios essa classe sempre foi focada mais para a interpretação do que para o combate, afinal, além de ter sido uma das primeiras classes cujo o Carisma foi o seu atributo principal, o bardo nunca foi uma classe muito combatente.


O bardo é um faz-tudo, um “pau pra toda obra”, mas mecanicamente ele também era ruim em tudo. Além disso, sempre foi muito estranho um camaradinha que a sempre andava com um bandolin ficar tocando músicas inspiradoras lá trás enquanto o resto do grupo sofria nas mãos dos monstros na hora do combate. O conceito do bardo mudou na 4ª Edição onde ele agora passou a ser ume exemplo para seus aliados, onde agora ele inspira seus companheiros seja lutando ao seu lado ou bolando estratégias fora do combate em forma de músicas cantos e poesias.


E é justamente sobre poesias que este tópico irá abordar.


Por sempre ter sido considerada uma classe interpretativa no jogo, muitos jogadores criavam músicas e rimas para seus personagens, isso é ótimo para exercitar a mente do jogador e divertir os demais. Não foi diferente com o jogador que interpreta o draconato bardo Balanar Escamas de Platina, da minha campanha de D&D4: Crônicas de Forgotten Realms, ele antes da campanha chegou para mim dizendo que o bardo dele iria utilizar poesias como forma de exercitar a arte.


Na hora do jogo essas poesias se revelaram bastante criativas e divertidas, aqui estão elas para que vocês possam servir de inspiração (apesar delas estarem mais voltadas para o D&D 4E, elas podem vir a ser úteis para qualquer edição anterior do jogo).


As seguintes poesias foram escritas para interpretar o poder Canção do Descanso:


"Quase não termina

Aquela batalha sofrida

Mas este poema sem rima

Vai melhorar sua ferida."


"Batalhamos com vigor,

Com espadas e magias

descansem agora por favor

pra recarregar suas energias."


"Com muita dor e suor

A vitória foi alcançada

e agora não há nada melhor

do que descansar antes da caminhada."


"Depois daquele sufoco

Do descanso chegou a hora

vamos descansar um pouco

pra podermos ir embora."


"Chegou a hora da cura

e da rima eu não lembro mais

como todo mundo acha frescura

o poema tanto faz"


"Se toda vez que a gente descansar

eu quiser usar esse esquema

uma vez ou outra vou improvisar

porquê se não haja poema."


As seguintes poesias foram escritas para interpretar o poder Palavra Majestosa:


"Pelo súbito fincar

Daquela lança em investida

Eu ao invés de atacar

Vou curar sua ferida"


"Que toda agonia cesse

E desapareça toda a dor

Depois você me agradece

Pois curá-lo agora eu vou."


"De todo o combatente

que este verso domina

ao seu ferimento ardente

se cura quando o poema termina."


As seguintes poesias foram escritas para interpretar o poder por encontro Refrão Inspirador:


"Golpe bastante preciso

naquele inimigo a gritar

desde já eu vós aviso

que todo mundo tem +1 pra acertar"


"Avante Legião!

Não temam perante à morte!

A sua face vocês não verão

porquê hoje o nosso nome é sorte"


A seguinte poesia foi escrita para interpretar o poder por encontro Brado Excitante:


"Garanto para você!

que é bem mais fácil lutar

de vez em quando ganhando PV

ou atacando pra poder se curar."

6 comentários:

  1. E o bardo contador de historias?

    O conceito de inspiração por musica é um tanto forçado no dnd após a 3.0, no proprio AdnD existia variaçao de bardo q inspirava apenas pela sua presença de espirito, historias e muita lingua afiada para tirar a moral dos inimigos. Como um exemplo mais moderno temos o orador do "coraçao de cavaleiro" q simplesmente atraves de piadas, provocaçoes e sua postura fazia o jovem Willian lutar melhor do q ele podia.

    Pra mim bardos cantantes soam como os menestreis do Monthy Paton... extremamente inconvenientes.

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    1. Ah cara, mas o legal do 3.0 e 3.5 é que vc pode escolher como seu bardo vai ser, quais tipos de atuação... se vai ser música, interpretação, dança... depende mais da criatividade do jogador do que tudo.
      Você pode ser um cara que só toca instrumentos mas não canta;
      Ou pode apenas dançar;
      ou fazer pantonímias (tipo bufão, mimico, etc)
      e por aí vai....

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  2. Caramba velho!!! Sensacional!!!! Eu jogo com um bardo gnomo na 4E e uso frases inspiradas nos outros PJs, tipo: O paladino de Pelor se cura com "Ergua-se Leão Solar, e batalhe com o vigor das Legioes Radiantes!!!!"

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  3. Amigo da iniciativa venho a gostar,
    e os poemas são belos.
    Todavia tenho certeza que podeis melhorar.
    Como flor a desabrochar.

    Minha classe predileta são os bardos. E fico contente em ver que não só eu me atento a eles.

    Eu comumente uso música, tenho uma seleção de sons, como Bards Songs, fayri tale, e outras com letras bem interessantes.

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